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domingo, 27 de abril de 2014

Saudade;

Às vezes sinto saudades de como éramos antes... Da inocência das palavras, do carinho sincero, das juras de amor verdadeiras e do medo de magoar um ao outro. Passávamos horas conversando sem nem mesmo ter assunto, e as horas pareciam minutos. Acredito até que aquilo era o verdadeiro amor. Hoje nem nos falamos mais. As palavras que antes eram de carinho hoje só machucam, as juras de amor se quebraram, e a única coisa que resta são as mágoas

Amor Verdadeiro;

Por vezes a minha dor é esmagadora, e embora compreenda que nunca mais nos voltaremos a ver, há uma parte de mim que quer agarrar-se a ti para sempre. Seria mais fácil para mim fazer isso porque amar outra pessoa pode diminuir as recordações que tenho de ti. No entanto, este é o paradoxo: Embora sinta muitíssimo a tua falta, é por tua causa que não temo o futuro. Porque foste capaz de te apaixonar por mim, deste-me esperança, meu querido. Ensinaste-me que é possível seguir em frente com as nossas vidas, por mais terrível que tenha sido a nossa dor. E à tua maneira, fizeste-me acreditar que o verdadeiro amor não pode ser negado.

pinterest

Sentimentos;

Como uma pessoa pode me fazer sentir tantas coisas ao mesmo tempo? Mas ele consegue. Com apenas um olhar já vou pra outro mundo. Fico paralisada. Quando me toca, eu me arrepio. Ele não gosta do sorriso dele, mas é tão lindo e sincero. E é assim, com pequenas coisas que ele faz, que eu tenho a certeza que ele me ama verdadeiramente.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

O URSO E A PANELA....

O urso e a panela
Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.

Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou uma panela de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.

Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina. Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.

O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.

Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.

O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Quando terminei de ouvir esta história, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos serem importantes.

Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.

Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.

Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.

Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. Solte a panela!


“Atraímos sobre nós sofrimentos desnecessários quando exageramos a extensão da nossa dor.”  

O NOBRE E O GRANJEIRO...

O nobre e o granjeiro
Era uma vez um granjeiro escocês muito pobre que se chamava Fleming. Certo dia, quando estava trabalhando na lavoura, ouviu gritos que vinham de um pântano ali perto, largou tudo e correu para o pântano. Encontrou um rapaz enterrado num charco, lutando desesperadamente para não afundar. O granjeiro conseguiu pegar a mão do rapaz, salvando-o assim, do que poderia ter sido uma morte lenta e dolorosa.

No dia seguinte, parou na porta da pequena casa do granjeiro uma carruagem, de onde saiu um homem, elegantemente vestido que se apresentou como o pai do rapaz que havia sido salvo.

- Quero recompensá-lo, disse o nobre. O senhor salvou a vida do meu filho.

- Não, não posso aceitar pagamento pelo que fiz, discordou o escocês.

Neste momento o filho do granjeiro veio até a porta da casa e o nobre perguntou:

- É seu filho?

- Sim, disse o granjeiro orgulhosamente.

- Então lhe proponho um trato. Permita-me proporcionar a seu filho o mesmo nível de educação do qual desfrutará o meu próprio filho. Se o rapaz se parecer com o pai, não tenho dúvidas de que crescerá e se tornará um homem do qual nos orgulharemos muito.

O granjeiro aceitou.

Fleming freqüentou as melhores escolas e se graduou na “Saint Mary’s Hospital Medical School”, em Londres. Nas suas pesquisas, em 1928, descobriu a Penicilina. Foi professor da St. Mary’s Medicine School de 1928-1948, sendo reconhecido como Professor Emérito da Instituição. Tornou-se Sir Alexander Fleming (1881-1955), bacteriologista escocês e vencedor do prêmio Nobel de 1945, em fisiologia e medicina.

Anos depois, o filho do mesmo nobre esteve doente, com pneumonia, e o que salvou sua vida foi a Penicilina.

O nome do nobre senhor, era Lord Randolph Churchill e seu filho, salvo pelo granjeiro Fleming, se chamava Sir Winston Churchill, primeiro-ministro do Reino Unido e maior líder britânico do século XX.


“As atitudes são muito mais importantes do que os fatos.” 

QUANTO VALE O SEU TEMPO???

Quero comprar seu tempo
Uma menina, com voz tímida e olhos de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho:

– Papai, quanto o senhor ganha por hora?

O pai, num gesto severo, responde:

– Escuta aqui minha filha, isto, nem a sua mãe sabe. Não amole, eu estou cansado.

Mas a filha insiste:

– Mas pai, por favor, diga o quanto o senhor ganha por hora?

A reação do pai foi menos severa e respondeu:

– Três reais por hora.

– Então, pai, o senhor poderia me emprestar um real?

O pai nervoso e tratando a filha com brutalidade, respondeu:

– Então era essa razão de querer saber o quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menina abusada.

Já era tarde da noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se arrependido. Talvez, quem sabe, a filha precisasse comprar algo.

Querendo aliviar sua consciência pesada, foi ate o quarto da menina e, em voz baixa, perguntou:

– Filha você esta dormindo?

– Não pai, respondeu sonolenta a garota.

– Olha, aqui esta o dinheiro que você me pediu, um real.

Muito obrigado papai, disse a filha levantando-se sorrindo e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a sua cama.

– Agora já completei papai, tenho três reais.

E olhando o pai com carinha de sono, entrega o dinheiro para ele dizendo solenemente:

– Papai poderia me vender uma hora do seu tempo?


“Os filhos tornam-se para os pais, segundo a educação e o carinho que recebem, uma recompensa ou um castigo”. 

OS OBSTÁCULOS...

Enfrentando os obstáculos
Durante anos, um velho fazendeiro tinha arado ao redor de uma grande pedra em um de seus campos. Ele tinha quebrado várias lâminas do arado e tinha cultivado um ódio mórbido pela pedra.

Um dia, depois de quebrar outro arado, e se lembrando de toda a dificuldade que a pedra lhe tinha causado durante anos, ele decidiu finalmente fazer algo que resolvesse o problema definitivamente.

Quando pôs uma alavanca debaixo da pedra, foi pego de surpresa ao descobrir que a pedra tinha apenas 18 centímetros, aproximadamente, e que ele poderia, facilmente, quebrar a pedra com uma marreta.

Quando estava carregando os pedaços da pedra ele não se conteve e começou a rir sozinho, enquanto se lembrava de toda a dificuldade que a pedra tinha lhe causado durante anos e como teria sido melhor se tivesse enfrentado o obstáculo e quebrado a pedra mais cedo.


“Obstáculos são aquelas coisas medonhas que você vê, quando tira os olhos de seu objetivo”.