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sexta-feira, 18 de abril de 2014

OS OBSTÁCULOS...

Enfrentando os obstáculos
Durante anos, um velho fazendeiro tinha arado ao redor de uma grande pedra em um de seus campos. Ele tinha quebrado várias lâminas do arado e tinha cultivado um ódio mórbido pela pedra.

Um dia, depois de quebrar outro arado, e se lembrando de toda a dificuldade que a pedra lhe tinha causado durante anos, ele decidiu finalmente fazer algo que resolvesse o problema definitivamente.

Quando pôs uma alavanca debaixo da pedra, foi pego de surpresa ao descobrir que a pedra tinha apenas 18 centímetros, aproximadamente, e que ele poderia, facilmente, quebrar a pedra com uma marreta.

Quando estava carregando os pedaços da pedra ele não se conteve e começou a rir sozinho, enquanto se lembrava de toda a dificuldade que a pedra tinha lhe causado durante anos e como teria sido melhor se tivesse enfrentado o obstáculo e quebrado a pedra mais cedo.


“Obstáculos são aquelas coisas medonhas que você vê, quando tira os olhos de seu objetivo”.  

UM PRESENTE VALIOSO...

Um presente valioso
Uma pequena escola primaria, na periferia da cidade de São Paulo, tinha uma particularidade: seus alunos sentavam em dupla, em antigas carteiras pregadas ao chão.

Nesta escola, estudava o pequeno Josias, que cursava a primeira série do ensino fundamental.

No final da segunda semana de aula, Josias conversa animadamente com sua mãe, contando as novidades de sua recente vida escolar. A professora, as atividades e detalhes da vida de seu mais novo amiguinho, Jurandir, um menino negro, morador de uma favela localizada na região da escola, com quem passou a dividir sua carteira naquele dia, após este trocar de lugar e conseqüentemente companheiro de carteira, cinco vezes nas últimas duas semanas. Ao ouvir detalhes de seu novo companheiro sua mãe engoliu seco e disse:

– Que interessante. Quanto tempo demorará até a professora realizar o rodízio entre os companheiros de carteira?

– Ah, eu não permitirei mamãe, quero continuar a ser seu companheiro de carteira – respondeu Josias.

Após alguns dias, a mãe de Josias marcou uma reunião com a professora. Esta a recepcionou na sala dos professores, com um semblante simpático e triste ao mesmo tempo.

– A senhora é a mãe do pequeno Josias? Suponho que deseje um novo companheiro de carteira para o seu filho - disse a professora. Por favor, aguarde apenas alguns minutos, pois, estou terminando de atender outra mãe.

Muito próximo dali, a professora conversava com a mãe de Jurandi, que demonstrava ansiedade em seus questionamentos e o diálogo pôde ser ouvido pela mãe de Josias:

– Como Jurandi esta se saindo? Espero que esteja acompanhando o ritmo das outras crianças. Se estiver encontrando dificuldades ou criando problemas, por favor, me avise.

Ela insistiu em seu questionamento:

– Ele esta criando algum tipo de problema professora? Por que ele teve que trocar de carteira tantas vezes, já nos primeiros dias de aula?

A mãe de Josias percebia a situação constrangedora em que se encontrava a professora, pois, ela sabia a resposta para o questionamento daquela mulher e ficou admirada com a resposta gentil da professora:

– Não. Jurandi não esta causando problema algum. Porém, tento mudar as crianças de lugar diariamente até encontrarem o parceiro ideal.

– Neste exato momento a mãe de Josias se apresentou e disse que seu filho deveria ser o novo companheiro de Jurandi e que esperava que eles se dessem muito bem, mesmo que em seu intimo o desejo continuava sendo o de um novo companheiro de carteira para o seu filho.

Por diversas ocasiões Jurandi convidou Josias para ir até sua casa, porém, sua mãe utilizou de todos os artifícios e desculpas possíveis para se esquivar do convite. Porém, alguns dias depois do último convite, aconteceria um fato que mudaria de vez a sua visão dela com relação a esta amizade.

Era o dia do aniversário da mãe de Josias. Ao retornar para casa, depois de mais um dia de aula, seu filho trazia em sua pequena mão uma folha de caderno dobrada. Deu-lhe um grande beijo, entregando o pequeno pacote, que imediatamente foi desdobrado. Dentro, ela encontrou pequenas margaridas, retiradas do pátio da escola, um “Feliz Aniversário” desenhado com lápis de cor e enfeitado com bastante purpurina e duas moedas de um Real.

– Foi o Jurandi que mandou - disse Josias. É o dinheiro de seu lanche. Quando disse que hoje era o seu aniversário, ele praticamente me obrigou a trazer isso para você. Disse que você é uma grande amiga, porque foi a única mãe que não o obrigou a mudar de companheiro de carteira.


“Muito distante, próximo às nuvens e junto à luz do Sol estão minhas maiores aspirações. Sei que não posso alcançá-las neste momento, mas, todos os dias, eu posso olhar para cima, contemplar sua beleza e seguir meu caminho, acreditando que um dia este será o meu destino.” 

O AMOR...

O amor
Em uma sala de aula havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:

- Professora, o que é o amor?

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:

- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira criança disse:

- Eu trouxe esta flor, não é linda?

A segunda criança falou:

- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.

A terceira criança completou:

- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

E assim as crianças foram se colocando.

Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.

A professora se dirigiu a ela e perguntou:

- Meu bem, porque você nada trouxe?

E a criança, timidamente, respondeu:

- Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu, pois ela fora a única criança que percebera que só podemos trazer o amor no coração.


“Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem. Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Todas as criaturas em desgraça têm o mesmo direito a ser protegido”.  

domingo, 13 de abril de 2014

O cavalo e o Fazendeiro, reflexão...

O cavalo e o fazendeiro
Um dia, o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o cavalo estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o animal.

Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço. O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente.

Porém, para surpresa de todos, o cavalo aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.

A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.

A vida vai te jogar muita terra nas costas. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.

Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!

Riqueza e Pobreza... o que é de fato???

Riqueza e pobreza
Aquela mãe era muito especial. Com dez filhos, ela conseguiu educar sua filha até a segunda série, sem que ela se desse conta da pobreza em que vivia.

Afinal, a menina tinha tudo que precisava: nove irmãos e irmãs para brincar, livros para ler, uma boneca feita de retalhos e roupas limpas que ela habilmente remendava ou, às vezes, fazia.

À noite, ela lavava e trançava o cabelo da filha, para que ela fosse à escola no dia seguinte. Seus sapatos estavam sempre limpos e engraxados.

A menina era feliz na escola. Adorava o cheiro de lápis novos e do papel grosso que a professora distribuía para os trabalhos.

Até o dia em que, subindo os degraus da escola, encontrou duas meninas mais velhas. Uma segredou para a outra:

- Olha, essa é a menina pobre. E riram.

Mary ficou transtornada. No caminho para casa, ficou imaginando porque as meninas a consideravam pobre. Então olhou para seu vestido e, pela primeira vez, notou como era desbotado, um vinco na bainha denunciava que tinha sido aproveitado.

Olhou para os pesados sapatos de menino que estava usando e se sentiu envergonhada por serem tão feios.

Quando chegou em casa, sentia pena de si própria. Também, pela primeira vez, descobriu que o tapete da cozinha era velho, que havia manchas de dedos na pintura meio descascada das portas.

Tudo lhe pareceu feio e acanhado. Trancou-se em seu quarto até a hora do jantar perguntando-se porque sua mãe nunca lhe contara que eles eram pobres.

Decidiu sair do quarto e enfrentar sua mãe.

- Nós somos pobres? Perguntou de repente e ficou esperando que sua mãe negasse ou desse uma explicação satisfatória.

- Pobres? Repetiu a mulher, pousando a faca com que descascava batatas.

- Não, não somos pobres. Olhe para tudo que temos. Apontou para os filhos que brincavam na outra sala.

Através dos olhos de sua mãe, a menina pôde ver o fogo da lareira que enchia a casa com seu calor, as cortinas coloridas e os tapetes de retalhos que enfeitavam a casa. Viu o prato cheio de biscoitos de aveia sobre a cômoda. Do lado de fora, o quintal que oferecia alegria e ventura para dez crianças.

- Talvez, algumas pessoas pensem que somos pobres em matéria de dinheiro, mas, temos tanto.

E com um sorriso, a mulher se virou para preparar mais uma refeição para sua família. Em sua grandeza, ela nem se dava conta que, a cada noite, ela alimentava muito mais do que estômagos vazios. Ela alimentava o coração e a alma de cada um dos seus filhos.


“Tenho a firme convicção de que nenhuma riqueza de bens materiais pode fazer progredir o homem, mesmo que ela esteja nas mãos de homens que demandam uma meta superior. Pode alguém imaginar Moisés, Jesus ou Gandhi, armados de um saco de dinheiro de milionário?” - Albert Einstein

Reflexão de coragem...

Um velho samurai
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar zen aos jovens.

Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali.

Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.

O velho não aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.

Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?

- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.

- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.

Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você.

As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir.


“A calma na luta é sempre um sinal de força e confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo

Uma homenagem a Ayrton Senna da Silva...

Nossa História
Em agosto de 1997 nascia, de uma pequena homenagem a Ayrton Senna da Silva, a semente de uma Organização Não-Governamental, hoje sinônimo de perseverança, determinação, amor ao próximo e responsabilidade social, a ONG “Projetos sociais meu sonho não tem fim”.

No início, foram criados textos com foco no aspecto humano de Senna e distribuídos para um grupo de, aproximadamente, cinqüenta pessoas. Ainda em 1997, iniciou-se a compilação de materiais (imagens e pequenos arquivos de áudio e vídeo) para a criação de um CD ROM, que seria, distribuído gratuitamente, junto à direção de escolas em comunidades carentes, difundindo o legado e exemplo de vida deixado por Senna, entre crianças destas localidades.

Nos anos seguintes surgiram outros três títulos em CD ROM, mais completos e com novos aspectos visuais, mantendo a mesma finalidade e características de distribuição do CD ROM inicial.

No final de 2002, a ONG realiza um grande sonho, o início das “Exposições meu sonho não tem fim”, hoje denominadas “Grandes Sonhadores”, que levavam diversas opções - principalmente para crianças de comunidades carentes - de conhecerem o maravilhoso legado e exemplo de vida deixado por Senna, focando em seis pilares que eram a base de sustentação do projeto e fortes características na personalidade de Senna: a criança (estendida pela ONG aos idosos e animais), o esporte, o patriotismo, a fé, a família e o amor ao próximo. Essas exposições foram levadas a unidades dos CEUs, FEBEMs e escolas e alcançaram um total de mais de 140.000 crianças e adolescentes.

Ainda no final de 2002 a ONG passou por uma grande reformulação, mudando seu foco principal e associando seu trabalho aos exemplos de vida e legado de seus vinte e um “Grandes Sonhadores”, que são a fonte de inspiração do trabalho da ONG, que tem como principal missão criar ferramentas de conscientização e motivação disponibilizadas, gratuitamente, para formadores de opinião, líderes comunitários, institutos, associações, fundações e ONGs.

Em outubro de 2003 surgiram as palestras motivacionais “Acreditando e concretizando seus sonhos”, tendo como objetivo principal, transmitir informação, reflexão, conscientização e motivação.

No ano de 2004 nasceu o projeto social, “Amor em Cena”, que inicialmente eram caravanas noturnas, que levavam a comunidades carentes e moradores de rua alimentos, brinquedos, doces, cobertores, carinho, amor e atenção. Hoje, todo o trabalho de assistencialismo realizado pela organização ocorre em parceria com vinte instituições que trabalham com crianças, idosos e animais abandonados e estas ações ocorrem apenas sazonalmente, no Dia da Criança e Natal.

A "Pirâmide do Bem", ao contrário das tradicionais pirâmides, que seduzem com a proposta de dinheiro fácil, tem como moeda as boas ações, realizadas aos nossos semelhantes e ao ambiente em que vivemos.

O projeto social, “Passageiros da Esperança”, é realizado próximo a terminais de transporte coletivo nas grandes cidades, distribuindo folhetos com mensagens de esperança, força, fé, otimismo e amor ao próximo, sem que haja vínculo comercial, financeiro, religioso ou político, como tudo o que a ONG se dispõem a fazer. Em São Paulo, houve durante algum tempo uma parceria com a TV Minuto e a Bustv, que veicularam spots de 15 segundos em suas TVs de plasma, instaladas no Metrô e nos coletivos da cidade, divulgando os ideais de nossos “Grandes Sonhadores”. A idéia era mostrar os exemplos de vida de nossos inspiradores e seus ideais. Pessoas muito especiais, que são tema freqüente nos milhares de folhetos, folders, revistas, livros e DVDs distribuídos mensalmente, principalmente, na periferia da cidade de São Paulo. Além destes impressos, distribuídos gratuitamente em nossas ações, outras ferramentas extremamente importantes em nosso trabalho de conscientização e motivação são o site oficial da organização, a TV Meu Sonho, o DVD “TV Meu Sonho”, o portal de responsabilidade social corporativa “Empresa dos Sonhos” e as palestras motivacionais e de conscientização do projeto “Vinha de Sonhos”.

A ONG também desenvolve estudos e pesquisas sobre temas polêmicos e importantes como a discriminação racial, a violência, a importância de investimentos nas áreas periféricas das grandes metrópoles, voluntariado, responsabilidade social corporativa, dentre outros enfoques, para a conscientização de nossos formadores de opinião e também da população de uma forma geral.

Nossa organização não tem sede própria, na verdade – sem busca de méritos pessoais ou felicitações, apenas como esclarecimento e transparência – a ONG é um trabalho basicamente individual. Ela tem um “síndico”, como costumamos dizer, pois, sozinho jamais estaremos. Isso fica muito claro em todos os nossos textos, que estão sempre na primeira pessoa do plural.

Até pouco tempo atrás, não dizíamos para ninguém que este é um trabalho individual, no entanto, hoje acreditamos que, de uma forma clara, humilde e serena, isso deve ser colocado para as pessoas, pois, tornou-se um exemplo de que é possível buscarmos nossos sonhos e principalmente, a concretização de trabalhos que buscam o “bem comum” independentemente, das dificuldades e limitações financeiras.

Muitas vezes, quando as pessoas verificam nossos materiais, tanto os folhetos, as revistas, o livro, o DVD e o site oficial, bem como as parcerias importantes que já existiram com a Salton, a TV Minuto, a Bustv e o Google, imaginam uma organização rica e grandiosa, quando na verdade, um único indivíduo realiza todas as atividades da organização, dividindo ainda o seu tempo com sua família e atividades profissionais, que, graças a Deus, por ser um profissional liberal, tem flexibilidade em seus horários.

Porém, isso não é nenhum mérito, acreditamos que talvez seja uma obrigação ou um compromisso assumido. No entanto, sabemos que a ONG é um exemplo de que é possível construirmos algo, mesmo sozinhos e sem recursos financeiros. O idealizador deste trabalho não é uma pessoa rica, porém, há vinte e três anos, quando surgiu este sonho, ele iniciou uma pequena poupança, onde se comprometeu a guardar 20% de seu salário para viabilizar a sua concretização, algo que cumpriu religiosamente por mais de 260 meses. Era como um dízimo ou uma poupança forçada para a aquisição de seu “sonho de consumo”.

Seu segredo foi exatamente isso, muita disciplina, perseverança e um enorme amor naquilo que fazia e se, em sua humilde existência, ele pode dar um conselho para alguém que deseja fazer algo pelos nossos irmãos menos favorecidos, esquecidos e infelizes e em busca do “bem comum”, essas são algumas das “palavras mágicas” para a concretização deste sonho: muito amor, humildade, ética, disciplina e perseverança.

Foi assim que se construiu este sonho, ou melhor, “o nosso sonho”.

Grandes Sonhadores... A arte de viver...

Ousadia de sonhar, capacidade de concretização de seus objetivos, ânsia em fazer o bem e amor incondicional ao próximo. Essas são algumas das características, que certamente encontraremos em nossos grandes sonhadores, e fonte de inspiração para o trabalho da ONG “Projetos sociais meu sonho não tem fim”.

Seres humanos, que alem de nos deixarem seus valiosos exemplos de vida e legados, eram dotados de virtudes extremamente importantes, para superarmos nossos obstáculos do dia a dia, e principalmente, construirmos algo produtivo para o bem comum.

Esse é um de nossos maiores desafios, passarmos esses ensinamentos adiante.

Ensinamentos como a cidadania de Betinho, a compaixão de Mahatma Gandhi, a coragem de Martin Luther King, a determinação de Ayrton Senna, a humildade de Albert Einstein, a fraternidade de São Francisco, o otimismo de Charles Chaplin, a perseverança de Ludwig van Beethoven, a superação de Stephen Hawking, dentre outros, são apenas uma introdução a grandeza destas pessoas, que enfrentaram tantas dificuldades - de formas diversas e distintas - para alcançar seus objetivos, semeando, durante suas vidas, um mundo melhor, mais justo e fraterno, e que fazemos questão de divulgá-los, com o intuito de motivar e conscientizar a todos a serem mais otimistas, perseverantes e solidários e a criarem uma “corrente do bem” cada vez mais ampla, sincronizada e eficiente

Sedes da Copa 2014 no Brasil....

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Cidade do Sol. Assim é conhecida Natal, a capital do Rio Grande do Norte, uma das metrópoles mais encantadoras do Brasil e destaque da nossa série de Sedes da Copa de 2014. Nela, parece não haver mau tempo porque, ao longo do ano, são cerca de 300 dias de céu azul e motivos de sobra para uma boa praia.

Dá para entender melhor o porquê do apelido tão carinhoso. Ainda mais quando se olha para a natureza da região, repleta de dunas, lagoas, coqueiros e, sobretudo, costas que atraem turistas brasileiros e de todas as partes do mundo.

O calor dos trópicos é amenizado pela brisa do mar, que garante um clima úmido e temperaturas amenas. O sopros que vêm do oceano Atlântico até renderam à cidade o título de local com o ar mais puro das Américas, atribuído pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos.

Esses motivos, por si só, explicariam a presença de tantas famílias, casais em lua de mel, aventureiros e outros tipos de visitantes em solo natalense. Mas há muitos outros atrativos, como as paisagens paradisíacas e a facilidade de locomoção, uma vez que o terreno é praticamente todo plano.

Estrutura hoteleira

“O turismo é uma atividade de muitos anos. Por isso, Natal é hoje uma das áreas com melhor estrutura hoteleira do País”, diz Rogério Linguanotti, diretor-proprietário da Sansaar Viagens e Turismo.

O especialista aconselha evitar a viagem apenas durante o inverno, quando as chuvas são frequentes, e na alta temporada, período em que o clima é mais seco e a concentração de pessoas aumenta por conta das férias de verão.

“Qualquer outro mês, entre março e junho e agosto e novembro, é excelente. Em uma semana, você conhece bem os pontos de interesse urbanos e praias próximas”, afirma.

Delícias natalenses

Com influência indígena, portuguesa e africana, a culinária local tem como protagonistas a carne de sol e o camarão. Não faltam restaurantes em que você prova variações deliciosas, com os acompanhamentos mais comuns: a macaxeira (mandioca ou aipim), o feijão-verde, o arroz-da-terra cozido com leite e a farofa d’água.

Para temperar, os natalenses preferem a simplicidade, usando o tomate, a cebola, a cebolinha e o pimentão, além do coentro e do leite de coco, sabores bastante marcantes.

Outros frutos do mar, como a lagosta e o caranguejo, e os peixes dominam os cardápios. Um prato tradicional, segundo o chef Daniel Cavalcanti, do Cascudo Bistrô, é a ginga com tapioca – típico da praia de Redinha.

“É um peixe pequeno, semelhante à manjuba, e tem esse nome porque, segundo a história popular, as mulheres carregavam o pescado em cestos de palha nos quais eles vinham balançando – ou gingando”, explica.

Para que você não fique com água na boca, Daniel cedeu ao Portal Vital a receita dessa irresistível iguaria. Delicie-se!

Ginga com tapioca

Ingredientes

  • 100 g de goma de tapioca fresca
  • Sal a gosto
  • 20 g de leite de coco
  • 100 g de ginga (ou manjuba)
  • 20 g de farinha de mandioca
  • 50 ml de óleo
  • Palitos

Modo de preparo

Peneire a goma e tempere com um pouco de sal. Polvilhe a tapioca em uma frigideira de tefal, com delicadeza, preenchendo todo o fundo, fazendo como se fosse uma panqueca. Umedeça a tapioca com um pouco de leite de coco. Tempere as gingas com sal e empane na farinha de mandioca. Coloque algumas no palito e frite em óleo quente. Sirva os peixes dentro da tapioca. 

Manaus, Que linda Paisagem, que riquezas...



Cercada por belezas naturais, como a Floresta Amazônica e o famoso encontro dos rios Negro e Solimões, a cidade de Manaus, outro destaque da nossa série de Sedes da Copa, é o que se pode chamar carinhosamente de um cantinho no paraíso.

Fundada em 1669 por portugueses, a capital do Amazonas reúne uma incrível diversidade cultural e de flora e fauna. Ao caminhar pelas ruas desta cidade histórica, é impossível não notar as influências europeias em sua arquitetura, além dos fortes vínculos com a cultura indígena presentes nas festas e artes.

E a culinária? Hummm! É de dar água na boca. Do Tacacá, sopa que virou símbolo da cidade, ao famoso açaí, são diversos os exemplos que transformam a gastronomia local um espetáculo à parte.

Por todas as suas riquezas, Manaus não poderia ficar de fora do maior evento de futebol do mundo. Claudia Mendonça, diretora na Agência Brasileira de Agências de Turismo do Amazonas (Abav/AM) e também da Paradise Turismo, dá dicas para que veja de perto e experimente o que a capital amazonense tem de melhor.

APRENDA A DIZER NÃO...



Dizer sim a pessoas, situações e comportamentos é o que fazemos todo momento. Mesmo quando não estamos de acordo. Por exemplo: uma amiga que repetidamente pede um dinheirinho emprestado, os filhos que fazem birras e manhas e o próprio marido, que não entende o que você espera do relacionamento, entre outras circunstâncias que deveríamos evitar.
 
“Falar ‘não’ é uma habilidade que depende de aprendizado desde a infância. Quem recebeu muitas negativas na vida, por exemplo, pode fazer isso também pelo costume ao longo dos anos ou só dizer ‘sim’ porque sabe o quanto o contrário pode atingir os demais. Nesse sentido, o meio familiar é um modelo muito importante”, explica a psicóloga Marina da Costa Manso Vasconcellos.
 
Quem mais concorda do que discorda tem contra si o fato de, muitas vezes, anular seus anseios, desejos e vontades. O que prejudica o corpo e a mente. “No fundo, é uma autoproteção. Você crê que está se defendendo de um mundo exigente, mas chega a hora em que percebe que não consegue agradar a todos. É quando precisa de apoio para evitar a depressão  e crises de ansiedade, por exemplo”, alerta Marisa de Abreu, da Clínica de Psicologia Marisa de Abreu.
 
Para que você entenda melhor a importância da habilidade de dizer não, mostramos mitos e verdades sobre o tema, com a ajuda de Marina e Marisa.
 
Dizer “não” é, antes de tudo, definir prioridades.
 
Verdade. Pessoas com essa capacidade são consideradas mais assertivas, pois conseguem lidar com suas necessidades de forma mais adequada e no momento certo. “Vivemos relações em que cada um defende o seu lado. Se deixarmos de dar negativas, é a prioridade do outro que sempre prevalecerá”, comenta Marisa.
 
Mas a família deve vir primeiro.
 
Mito. Quem tem muitas responsabilidades familiares, precisa encontrar a maneiras de preservar o seu espaço e a individualidade. Para isso, o ideal é mudar a atitude, mas com uma preparação, como uma conversa, para que ninguém se sinta contrariado ou magoado. E sem ser radical, experimentando aos poucos: recusar o convite para uma festa com amigos de trabalho do parceiro, por exemplo.
 
“Se você só fizer o que os outros querem, estará se anulando. Isso, com o tempo, gera infelicidade. Precisamos a aprender a nos valorizar, o que nos dá segurança para contrariar alguns pedidos. No consultório, vejo casamentos que chegam a um fim por causa da incapacidade de um dos parceiros de estabelecer suas prioridades”, diz Marina. 
Os parentes não entenderão...
 
Os parentes não entenderão...
 
Mito. Impor limites com atenção e tato é muito importante para que os familiares saibam quais são os graus de respeito no convívio. “Família é a típica situação em que esquecem o bom senso quando você exerce o papel do ‘bonzinho’. Começam a frequentar sua casa sem avisar, não devolvem o dinheiro emprestado e só pensam em você na hora que precisam de alguém para buscá-los de madrugada no aeroporto, por exemplo”, completa Marisa.
 
Marina, por sua vez, afirma que relacionamentos se fortalecem quando o homem e a mulher conseguem se posicionar sem ferir o outro. “Um paciente, por exemplo, disse-me uma vez que desconhecia exatamente os pratos preferidos de sua esposa porque toda vez ela dizia estar satisfeita com as escolhas que ele fazia”, lembra.
 
 
A mudança de atitude também traz vantagens no trabalho.
A mudança de atitude também traz vantagens no trabalho.
 
Verdade. Dito do jeito certo e em ocasiões adequadas, o “não” facilita o reconhecimento de suas competências, principalmente quando colegas podem estar se aproveitando da sua disposição para ajudar.
 
Sentir-se culpada é natural.
 
Mito. Embora seja muito comum, a culpa é considerada disfuncional porque esse sentimento deve estar associado a atitudes que façam mal aos demais, e não às que simplesmente reflitam vontades pessoais. “A pressão da sociedade, além da nossa própria insegurança, explicam a culpabilidade. Se você não assume as suas decisões, dificilmente conseguirá dizer ‘sim’”, comenta Marina.
Rexona Clinical foi desenvolvido especialmente para mulheres fortes que precisam de proteção para enfrentar o dia a dia.
 
 
 
 
O hábito tem muita força para ser mudado.
 
Mito. Todos têm condições de mudar características por si próprias ou com apoio de especialistas, explica Marisa. Um psicólogo mostra a seus pacientes o caminho para que se coloquem como prioridade em diversas ocasiões.
 
“É possível mudar, mas geralmente por força maior. Separações ou demissões no trabalho costumam levar a reflexões sobre nossas maneiras de nos envolver, levando-nos, muitas vezes, a assumir um novo posicionamento”, acrescenta Marina.
 
 
 
 
 
Algumas pessoas acabam doentes.
 
 
 
Algumas pessoas acabam doentes.
 
Verdade. Além da baixa estima e da insatisfação com a vida, quem continuamente diz “sim” pode sofrer depressão, transtorno de ansiedade, aumento da pressão, problemas dermatológicos e estresse, entre outros problemas associados.

INFÂNCIA LIVRE DE PROBLEMAS COM GLÚTEN...



A cada dez crianças brasileiras, uma tem alergia ao glúten, proteína vegetal presente no trigo, cevada (malte), centeio, aveia e derivados desses alimentos, o que configura a doença celíaca, de origem hereditária.

Para a chef de cozinha Carla Serrano, foi difícil descobrir que tinha esse problema de intolerância permanente. No início de 2011, após passar a adolescência com anemia persistente e dermatites, ela descobriu que tem dermatite herpetiforme de Duhring Brocq, doença de pele associada à sensibilidade do corpo à substância. “Sendo gastrônoma e confeiteira, foi um choque”, diz Carla.

Para lidar com o problema, ela criou um blog de receitas sem glúten  e passou a seguir uma dieta rigorosamente. “A doença é permanente e o único tratamento é uma alimentação livre dessa proteína para o resto da vida. Veja o lado bom: o meu ‘medicamento’ é a dieta. Tenho uma alimentação saudável  e não passo mais vontade. Quando quero comer algo, vou para a cozinha e preparo uma receita certa”, incentiva.

Devido à hereditariedade, crianças de famílias que tenham casos registrados precisam ir ao médico para fazer testes. Os sinais e os sintomas mais frequentes na infância – diarreia, distensão abdominal com presença excessiva de gases, cólicas abdominais, fezes ácidas que provocam assadura e perda de peso e de apetite.

“Existe uma graduação segundo a Escala de Marsh, que vai de 0 (normal) a 4 (quadro grave). Para descobrir o grau da doença, é necessário fazer o exame”, diz o gastroenterologista Flavio Steinwurz, do Hospital Israelita Albert Einstein.

“A doença autoimune provoca uma reação imunológica que atrofia a parede do intestino, e este, como consequência, não consegue mais absorver adequadamente os nutrientes. Com isto, o alimento mal digerido não é absorvido, há diarreia e a desnutrição associada”, complementa.

Tratamento

A dieta restritiva é o mais indicado para os celíacos: exclua o trigo, o centeio, a cevada (malte) e a aveia e faça o acompanhamento com a ajuda de um gastroenterologista e de um nutricionista. Também é preciso fazer exames de sangue e endoscopia com regularidade, estipulada pelos especialistas.

Apesar de a oferta de produtos elaborados com farinhas de arroz, milho e fécula de batata crescer a cada dia (e de a maioria dos itens convencionais ter aviso da presença de glúten), a dificuldade ainda existe. “Quando a criança se alimenta fora de casa e com alimentos industrializados, os pais precisam aumentar a vigilância”, diz Lucélia da Silva Costa, presidente da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra).

O motivo desse cuidado é claro: a variedade de opções em lanchonetes, restaurantes e outros locais dificulta o acompanhamento. Por exemplo, não pode comer nem a carne do hambúrguer que esteve em contato com o pão. Batatas fritas (que são naturalmente sem glúten) estão descartadas se forem preparadas na mesma fritadeira em que são fritos alimentos empanados (com a substância).

 “Nem todos os profissionais de cozinha e de hotelaria conhecem os riscos da contaminação cruzada. É necessário todo um cuidado com os equipamentos e os utensílios, que devem ser separados somente para esta finalidade”, diz Carla. A chef recomenda sempre estar prevenido. “Nunca saio de casa sem ter na bolsa lanchinhos: barrinhas sem glúten, frutas ou oleaginosas”, diz.

Dicas para o dia a dia

Veja dicas da Fenacelbra para que os pequenos não sofram os sintomas da intolerância ao glúten:

- Compre em padarias com locais separados para produção de alimentos sem glúten.
- Use esponjas de lavar louça separadas, evitando a contaminação por traços da substância.
- Não reaproveite o óleo usado para fritar alimentos com glúten.
- Não coloque no forno alimentos com e sem glúten ao mesmo tempo.
- Luvas cirúrgicas e preservativos podem ter farinha de trigo na embalagem.
- Atenção aos medicamentos: alguns têm farinha de trigo em sua composição.
- Lembre-se: a hóstia contém a substância.

Anote a receita

Que tal surpreender a criançada com uma sobremesa especial? A chef Carla Serrano compartilha uma receita prática de alfajor, sem glúten, que irá conquistar os pequenos.

Rendimento: cerca de 9 porções

Ingredientes: Ingredientes

1 xícara (chá) de leite em pó (100 g)
½ xícara (chá) de água (100 ml)
4 e ½ xícaras (chá) de amido de milho MAIZENA® (450 g)
1 xícara (chá) de açúcar refinado (160 g)
1 colher (chá) de fermento químico em pó (4 g)
½ xícara (chá) de manteiga em temperatura ambiente (90 g)
1 colher (chá) de raspas de limão (2 g)
1 lata de doce de leite (395 g)
Coco ralado para passar

Preparo:

Dissolva o leite em pó na água e junte todos os outros ingredientes, exceto o doce de leite e o coco. Amasse até obter uma massa homogênea, embrulhe em filme plástico e reserve na geladeira por 30 minutos. Abra a massa entre dois plásticos, até atingir 0,5 cm de espessura e corte círculos, com 6 cm de diâmetro cada. O rendimento é de cerca de 18 discos.

Coloque em uma assadeira sem untar e asse no forno preaquecido (180°C) por cerca de 20 minutos, sem dourar. Depois de frios, retire-os da assadeira com o auxílio de uma espátula. Recheie com o doce de leite e passe a lateral do alfajor no coco ralado. Embrulhe cada um em um pedaço de celofane.

Paz ao Planeta Terra...

Uma boa tarde, que o brilho do sol que vai sumindo entre nuvens, possa retornar logo pela manhã para nos iluminar com mais um dia lindo cheio de saúde e paz, paz na minha casa, na minha vida e minha família, paz nas estradas no transito, paz na vida de cada um nesse lindo planeta terra, paz por toda vida...

As estradas da vida é assim...

As estradas da vida é mais ou menos assim, as vezes reta, mas a maioria das vezes, é curvas, seguimos sempre em frente, os obstáculos vai aparecer, mas devemos ser fortes, sem curvas e sem obstáculos nem as estradas e nem a vida terá sentido, tudo na vida é um desafio, e quanto maior o desafio maior será a vitoria, por isso siga sempre em frente, é buscando que encontramos o verdadeiro sentido da vida e das estradas...
Dirigir é saber respeitar as distancia de segurança e os limites de velocidades, tenha a tenção na estrada e nos que dirigem ao seu lado os que vai e os que vem a sua frente...

Paisagens da Bahia...

Linda paisagem, a natureza é uma obra de Deus, extremo Sul da Bahia, cidade de Itamaraju, esse é o catão postal da cidade...

sábado, 12 de abril de 2014

SUA CASA, SUA ACADEMIA...



Que tal mexer o corpo sem precisar ir à academia? Basta substituir os halteres, as barras e os aparelhos por materiais alternativos que você já tem em casa, como uma cadeira, embalagens de 1 quilo de mantimento e garrafas de 500 ml de água. Preparada? Então, vamos lá!

Para começar, apoie as mãos no assento de uma cadeira, mantendo os dedos para fora e deixando as pernas semiflexionadas à frente, com os tornozelos apoiados no chão. Deixe o quadril próximo ao assento, mas sem encostar, sustentando o peso do tronco com os braços. Flexione e estenda o cotovelo 12 vezes, levando o tronco para cima e para baixo, sem mexer as pernas. “Esse exercício enrijece o tríceps, o músculo do tchauzinho”, ensina Lívia Lanzoni, personal trainer da Academia Bodytech. Depois, fique em pé, na frente da cadeira. Cruze os braços no peito e agache lentamente, sem tirar o calcanhar do chão, colocando o quadril para trás, como se fosse se sentar. “Mantenha as costas alinhadas, o abdômen contraído, as pernas paralelas e afastadas na largura dos ombros. Repita o movimento 12 vezes para fortalecer as pernas e o glúteo”, orienta Lívia.

Em seguida, pegue duas garrafinhas de água de 500 ml e deite-se em um colchonete com as pernas flexionadas, apoiando todo pé no chão e deixando a lombar relaxada. Segure uma garrafa em cada mão, eleve os braços na altura do peito e abra-os e feche-os, lentamente, mais 12 vezes, a fim de fortalecer o músculo peitoral. Agora, pegue duas embalagens de mantimentos de 1 quilo cada. Em pé, mantenha pernas afastadas, pés voltados para frente, coluna reta e cotovelo estendido. Segure uma embalagem em cada mão e, para começar, flexione um dos braços, mantendo o cotovelo próximo ao corpo. Quando voltar, inicie pelo outro braço. Repita alternadamente durante 60 segundos, para fortalecer o bíceps, o músculo do “muque”. Na sequência, deite-se no colchonete e dobre os joelhos, firmando os pés no chão. Apoie a embalagem no seu abdômen e eleve o quadril, contraindo os glúteos. Fique na posição por 5 segundos e retorne à posição inicial. Faça 3 séries de 10 a 15 repetições, para manter o glúteo firme.



Serviço de casa também fortalece!
Sabia que ao realizar as tarefas domésticas você também faz exercícios e emagrece? “Esfregar o chão durante 30 minutos queima 150 calorias, enquanto lavar a louça pelo mesmo tempo queima 160 calorias”, afirma Samara Queiroz, coordenadora técnica da Academia Runner. Tem mais: ao lavar o carro por apenas 20 minutos, você dá adeus a 130 calorias. E que tal cuidar do seu jardim? Regar o gramado e podar as plantas durante 30 minutos elimina 200 calorias!

Haja energia para cuidar da casa e ainda manter a boa forma, não é? O segredo para aumentar o pique, a disposição e ficar animada ao executar todas as suas tarefas é tomar um copo de AdeS pela manhã. Em diversos e deliciosos sabores, a bebida à base de soja contém nutrientes essenciais para você levar a vida de forma dinâmica e saudável. Experimente

CUIDADOS COM OS ANIMAIS DE PRAIA...



Mais do que um lugar relaxante e divertido, a praia é o habitat natural de inúmeros animais. Para muitos deles, as casas, pousadas e apartamentos no litoral se tornam esconderijos perfeitos porque, muitas vezes, ficam fechados por longos períodos.
 
O problema é que, em determinadas situações, esses pequenos invasores se sentem ameaçados e podem atacar, colocando em risco a sua vida e a de seus parentes. Por isso, é fundamental ter consciência dos perigos.
 
“O escorpião é popularmente considerado um dos mais perigosos por possuir uma picada dolorosa e que pode requerer avaliação médica imediata. Entretanto, são as aranhas que merecem maior preocupação – principalmente as chamadas armadeiras, as viúvas-negras e as marrons (Loxosceles sp.). Além da dor das picadas, em certos casos o veneno pode necrosar o local atingido e até causar problemas graves, que chegam a ameaçar a vida da vítima”, explica Kleper de Almeida, infectologista do Hospital Santa Lúcia de Brasília e Hospital Alvorada Brasília e professor da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
 
Transmissão de doenças
 
Outros bichos podem até não dar medo, mas transmitem doenças. É o caso dos carrapatos (causadores da febre maculosa), morcegos (responsáveis por contaminações de raiva) e os mosquitos da dengue, além de lacraias e abelhas.
 
Para que você e a sua família não tenham problemas nesse verão, Sérgio Kugler de Azevedo, biólogo da divisão de educação ambiental da Secretaria do Meio Ambiente de São Sebastião, preparou um teste pontuado sobre hábitos que podem ou não evitar ataques inesperados. “Simples atitudes, como abrir todas as janelas e portas da residência ao chegar, permitindo a fuga de espécies, fazem toda a diferença”, ressalta.
 
Mas não se esqueça: no caso de alguém ser picado ou mordido, não deixe de consultar um médico para que ele avalie a gravidade e indique o melhor tratamento

MALHAR NO PARQUE OU NA ACADEMIA???



A academia não é a única alternativa para fugir do sedentarismo. Com os cuidados certos, é possível praticar exercícios físicos também em parques da sua cidade. Para te ajudar a escolher o lugar que mais se encaixa aos seus gostos e à sua rotina, pedimos a especialistas que apontassem vantagens, desvantagens e cuidados de cada opção.
 
Avaliação prévia
 
O primeiro passo se você está há muito tempo sem malhar ou sem acompanhamento é marcar uma avaliação médica, com um clínico geral ou com um especialista indicado por ele. “O profissional vai dizer se você está apta ou não para a modalidade desejada e se existe alguma contraindicação”, comenta Fabrício Limeira, ortopedista especializado em Medicina do Esporte. Essa precaução é exigida pelas academias, que também oferecem esse serviço por meio de treinador interno. 
 
Iniciar uma rotina sem passar por essa etapa não é recomendado. “Existem estudos mostrando casos de mal súbito, por exemplo, durante as atividades, principalmente em ‘atletas de fim de semana’”, explica Marcelo Sousa, educador físico e personal trainer. 
 
Além dessa liberação inicial, usar roupas confortáveis e equipamentos adequados, fazer aquecimento e alongamentos e não descuidar da hidratação são atitudes importantes que devem ser tomadas tanto na rotina esportiva por conta própria como  nos treinos a quatro paredes.
 
No parque
 
“Estar ao ar livre rompe com a monotonia dos ambientes fechados”, diferencia Fabrício. Para aproveitar ao máximo esse prazer, tenha moderação, caso você não conte com uma orientação especializada.
 
Os períodos mais recomendados são antes das 10 horas e depois das 16 horas. Já quem prefere a noite, deve prestar atenção à iluminação local e aos possíveis desníveis no terreno. Vale lembrar que é nesse momento que o problema da poluição se agrava, pois, devido ao acúmulo durante todo o dia e aos congestionamentos de fim da tarde, existe maior concentração de gases poluentes. 
 
O vento e a chuva podem atrapalhar, assim como as variações bruscas do clima e da umidade do ar. Se estiver fazendo muito calor, há o risco de desidratação e hipertermia. “Para evitar esses problemas, é importante usar protetor solar, boné, óculos escuros e roupas claras”, indica Fabrício. 
 
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Para aumentar a disposição, conte com AdeS! A bebida contém a proteína da soja, que te dá força para fazer mais. Assim que escolher um parque e um horário, chega o momento de se preparar para a prática em si. Dedique-se aos alongamentos (mesmo que doam nas primeiras vezes) e invista nas modalidades aeróbicas de intensidade leve, nos exercícios respiratórios e de relaxamento e nos treinamentos de resistência para manutenção do condicionamento muscular: “Podem ser simples movimentos naturais realizados sem carga e sem equipamentos específicos, como agachamento, flexão e extensão do tornozelo”, exemplifica. 
 
Pedalar é uma ótima opção! Quem prefere caminhada ou corrida ao ar livre, em vez de ficar restrito à esteira, vai ter mais trabalho para entender os sinais do corpo e lidar com diversos fatores, como as irregularidades do piso, as mudanças de clima, subidas e descidas, entre outros aspectos.
 
Fuja da sobrecarga de pesos (caneleiras com saches de areia, por exemplo), das atividades aeróbicas moderadas ou fortes (como pedaladas de longa distância e caminhadas a ritmo mais acelerado) e dos treinos que variam entre picos de esforço e pausas.
 
Se for usar os aparelhos de condicionamento, cada vez mais comuns em áreas públicas, fique atenta. Marcelo adverte que utilizá-los de maneira inadequada pode provocar fadiga em excesso ou lesões. Por isso, leia atentamente as instruções e siga-as corretamente.
 
Na academia
 
O agito, os diferentes tipos de aulas (musculação, spinning e natação, por exemplo) e de aparelhos e a proteção da chuva, do calor e do frio são alguns dos diferenciais. Outros benefícios: a presença de espelhos, que ajudam na manutenção da postura corporal correta, e a infraestrutura (banheiros, vestiários, estacionamento etc.).

 
Além disso, você tem a ajuda de profissionais para atividades que necessitem de instruções, como lutas, musculação, natação, pilates e ioga. “O educador físico controla a intensidade dos exercícios, corrige movimentos e está sempre à disposição para tirar dúvidas”, conta Marcelo. 
 
O preparo da pessoa que vai te orientar é essencial, por isso, verifique se o professor é graduado por meio do site do Conselho Regional de Educação Física. Caso sinta qualquer desconforto durante a atividade ou que o profissional não respeita seus limites, converse com o responsável pelo local sobre a possibilidade de trocar de instrutor ou de ajustar o treino.
 
Observe se os equipamentos são adaptáveis e se a execução do movimento é feita de maneira confortável. Veja se o estofado, as barras, os cabos e as molas estão em boas condições.  
 
É fundamental ter uma equipe de socorristas no local à disposição para atender emergências com itens de primeiros socorros (como desfibrilador, gaze e medicamentos). Confira se o vestiário é limpo e com chuveiros, lavatórios e vasos sanitários em perfeito estado e se existem armários disponíveis para todos os alunos. 
 
Depois dessas dicas, você não tem mais desculpas para ficar no sedentarismo! Seja ao ar livre ou na academia, o importante é cuidar da alimentação e se movimentar!

EMAGREÇA COM SAÚDE...



Muita gente apela para dietas radicais, baseadas na restrição drástica da quantidade de alimentos ingeridos ou na abolição de determinados nutrientes, como as que cortam os carboidratos da rotina diária.  Paula Waki Lopes da Rosa, endocrinologista da GTS Consultoria, diz que a prática tem uma armadilha a ser evitada: ela até ajuda a perder as gordurinhas indesejadas em um primeiro momento, mas facilita o ganho de peso depois e até leva a problemas de saúde.
“Sem orientação, é comum que as pessoas interrompam abruptamente – da mesma forma que começaram –, sem fazer a transição adequada para a fase de manutenção do físico”, diz.
Além disso, se os regimes desse tipo se tornarem um hábito, você se expõe ao chamado efeito sanfona, de engordar e de emagrecer repetidas vezes. A nutricionista Bianca Souza Maria, do Hospital Alvorada Brasília, afirma que isso acaba fazendo com que o corpo se acostume a ingerir baixas calorias e deixe de responder às suas tentativas. “Nosso organismo se habitua ao que lhe é oferecido, por isso o ideal é buscar o equilíbrio”, ressalta Bianca.
Muita gente apela para dietas radicais, baseadas na restrição drástica da quantidade de alimentos ingeridos ou na abolição de determinados nutrientes, como as que cortam os carboidratos da rotina diária.
 
Cuidado com os riscos  
 
Antes de acreditar nas revistas ou tentar fazer o mesmo que as amigas, pense que milagres não existem. Paula alerta ainda que pessoas com históricos de saúde, como hipertensão  e diabetes, devem redobrar o cuidado e procurar um profissional.
Isso porque as alterações significativas feitas sem supervisão, nesses casos, causam, entre outras consequências, a hipotensão (pressão arterial baixa), a piora do funcionamento dos rins, a hipoglicemia, a crise de gota ou a cólica renal.



Reeduque-se e não se prive

A boa notícia é que você consegue reduzir a silhueta sem demora e a um ritmo saudável, desde que com base em uma reeducação.
A boa notícia é que você consegue reduzir a silhueta sem demora e a um ritmo saudável, desde que com base em uma reeducação. E o que é melhor: sem ter que se privar!E o que é melhor: sem ter que se privar! ;)
Dessa forma, o seu organismo tem prazo para assimilar as mudanças, com a segurança de que ele não sofrerá nesse processo. “Isso é ideal principalmente se a pessoa tiver hábitos alimentares muito ruins. Com uma maior conscientização, ela não ganha os quilos de volta”, destaca Paula.

Essa nova maneira de se relacionar com a comida deve ser orientada por um especialista. “Um nutricionista sugere os alimentos e frutas funcionais, diuréticos e termogênicos que te auxiliam a alcançar suas metas”, diz Bianca.


5 dicas de ouro 

Veja como estar de bem com a balança, sem ter que sofrer por deixar de lado coisas de que mais gosta:

- Equilibre o seu prato om carboidratos, proteínas e gorduras.
Veja como estar de bem com a balança, sem ter que sofrer por deixar de lado coisas de que mais gosta:
- Beba bastante água, pois a hidratação permite que o metabolismo trabalhe a favor do emagrecimento. Ela também contribui para evitar a pressão baixa, as dores de cabeça, a prisão de ventre e a cólica renal.
- Evite refrigerantes ou sucos prontos, pois eles são ricos em sódio o que aumenta a retenção de líquidos.
- Pratique atividades físicas : elas ajudam a manter a massa magra (musculatura, principalmente) e a conservar o coração saudável;
- Se você tem dificuldade para emagrecer, procure um especialista que possa descobrir a causa, em vez de tentar supostas soluções mágicas. O motivo pode estar associado a alguma doença ou a uma questão psicológica.