Um presente valioso
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Uma pequena escola primaria, na periferia da cidade de São Paulo, tinha uma particularidade: seus alunos sentavam em dupla, em antigas carteiras pregadas ao chão.Nesta escola, estudava o pequeno Josias, que cursava a primeira série do ensino fundamental. No final da segunda semana de aula, Josias conversa animadamente com sua mãe, contando as novidades de sua recente vida escolar. A professora, as atividades e detalhes da vida de seu mais novo amiguinho, Jurandir, um menino negro, morador de uma favela localizada na região da escola, com quem passou a dividir sua carteira naquele dia, após este trocar de lugar e conseqüentemente companheiro de carteira, cinco vezes nas últimas duas semanas. Ao ouvir detalhes de seu novo companheiro sua mãe engoliu seco e disse: – Que interessante. Quanto tempo demorará até a professora realizar o rodízio entre os companheiros de carteira? – Ah, eu não permitirei mamãe, quero continuar a ser seu companheiro de carteira – respondeu Josias. Após alguns dias, a mãe de Josias marcou uma reunião com a professora. Esta a recepcionou na sala dos professores, com um semblante simpático e triste ao mesmo tempo. – A senhora é a mãe do pequeno Josias? Suponho que deseje um novo companheiro de carteira para o seu filho - disse a professora. Por favor, aguarde apenas alguns minutos, pois, estou terminando de atender outra mãe. Muito próximo dali, a professora conversava com a mãe de Jurandi, que demonstrava ansiedade em seus questionamentos e o diálogo pôde ser ouvido pela mãe de Josias: – Como Jurandi esta se saindo? Espero que esteja acompanhando o ritmo das outras crianças. Se estiver encontrando dificuldades ou criando problemas, por favor, me avise. Ela insistiu em seu questionamento: – Ele esta criando algum tipo de problema professora? Por que ele teve que trocar de carteira tantas vezes, já nos primeiros dias de aula? A mãe de Josias percebia a situação constrangedora em que se encontrava a professora, pois, ela sabia a resposta para o questionamento daquela mulher e ficou admirada com a resposta gentil da professora: – Não. Jurandi não esta causando problema algum. Porém, tento mudar as crianças de lugar diariamente até encontrarem o parceiro ideal. – Neste exato momento a mãe de Josias se apresentou e disse que seu filho deveria ser o novo companheiro de Jurandi e que esperava que eles se dessem muito bem, mesmo que em seu intimo o desejo continuava sendo o de um novo companheiro de carteira para o seu filho. Por diversas ocasiões Jurandi convidou Josias para ir até sua casa, porém, sua mãe utilizou de todos os artifícios e desculpas possíveis para se esquivar do convite. Porém, alguns dias depois do último convite, aconteceria um fato que mudaria de vez a sua visão dela com relação a esta amizade. Era o dia do aniversário da mãe de Josias. Ao retornar para casa, depois de mais um dia de aula, seu filho trazia em sua pequena mão uma folha de caderno dobrada. Deu-lhe um grande beijo, entregando o pequeno pacote, que imediatamente foi desdobrado. Dentro, ela encontrou pequenas margaridas, retiradas do pátio da escola, um “Feliz Aniversário” desenhado com lápis de cor e enfeitado com bastante purpurina e duas moedas de um Real. – Foi o Jurandi que mandou - disse Josias. É o dinheiro de seu lanche. Quando disse que hoje era o seu aniversário, ele praticamente me obrigou a trazer isso para você. Disse que você é uma grande amiga, porque foi a única mãe que não o obrigou a mudar de companheiro de carteira. “Muito distante, próximo às nuvens e junto à luz do Sol estão minhas maiores aspirações. Sei que não posso alcançá-las neste momento, mas, todos os dias, eu posso olhar para cima, contemplar sua beleza e seguir meu caminho, acreditando que um dia este será o meu destino.” |
A felicidade esta dentro de você, saiba descobrir e usa-la para a felicidade de quem esta a sua volta!!!
sexta-feira, 18 de abril de 2014
UM PRESENTE VALIOSO...
O AMOR...
O amor
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Em uma sala de aula havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:- Professora, o que é o amor? A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse: - Quero que cada um mostre o que trouxe consigo. A primeira criança disse: - Eu trouxe esta flor, não é linda? A segunda criança falou: - Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção. A terceira criança completou: - Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha? E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou: - Meu bem, porque você nada trouxe? E a criança, timidamente, respondeu: - Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe? A professora agradeceu, pois ela fora a única criança que percebera que só podemos trazer o amor no coração. “Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem. Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Todas as criaturas em desgraça têm o mesmo direito a ser protegido”. |
domingo, 13 de abril de 2014
O cavalo e o Fazendeiro, reflexão...
O cavalo e o fazendeiro
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Um dia, o cavalo de um camponês caiu
num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta
própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o
camponês pensava no que fazer.Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o cavalo estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o animal. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço. O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o cavalo aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando. A vida vai te jogar muita terra nas costas. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante! |
Riqueza e Pobreza... o que é de fato???
Riqueza e pobreza
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Aquela mãe era muito especial. Com dez filhos, ela conseguiu educar
sua filha até a segunda série, sem que ela se desse conta da pobreza em
que vivia.Afinal, a menina tinha tudo que precisava: nove irmãos e irmãs para brincar, livros para ler, uma boneca feita de retalhos e roupas limpas que ela habilmente remendava ou, às vezes, fazia. À noite, ela lavava e trançava o cabelo da filha, para que ela fosse à escola no dia seguinte. Seus sapatos estavam sempre limpos e engraxados. A menina era feliz na escola. Adorava o cheiro de lápis novos e do papel grosso que a professora distribuía para os trabalhos. Até o dia em que, subindo os degraus da escola, encontrou duas meninas mais velhas. Uma segredou para a outra: - Olha, essa é a menina pobre. E riram. Mary ficou transtornada. No caminho para casa, ficou imaginando porque as meninas a consideravam pobre. Então olhou para seu vestido e, pela primeira vez, notou como era desbotado, um vinco na bainha denunciava que tinha sido aproveitado. Olhou para os pesados sapatos de menino que estava usando e se sentiu envergonhada por serem tão feios. Quando chegou em casa, sentia pena de si própria. Também, pela primeira vez, descobriu que o tapete da cozinha era velho, que havia manchas de dedos na pintura meio descascada das portas. Tudo lhe pareceu feio e acanhado. Trancou-se em seu quarto até a hora do jantar perguntando-se porque sua mãe nunca lhe contara que eles eram pobres. Decidiu sair do quarto e enfrentar sua mãe. - Nós somos pobres? Perguntou de repente e ficou esperando que sua mãe negasse ou desse uma explicação satisfatória. - Pobres? Repetiu a mulher, pousando a faca com que descascava batatas. - Não, não somos pobres. Olhe para tudo que temos. Apontou para os filhos que brincavam na outra sala. Através dos olhos de sua mãe, a menina pôde ver o fogo da lareira que enchia a casa com seu calor, as cortinas coloridas e os tapetes de retalhos que enfeitavam a casa. Viu o prato cheio de biscoitos de aveia sobre a cômoda. Do lado de fora, o quintal que oferecia alegria e ventura para dez crianças. - Talvez, algumas pessoas pensem que somos pobres em matéria de dinheiro, mas, temos tanto. E com um sorriso, a mulher se virou para preparar mais uma refeição para sua família. Em sua grandeza, ela nem se dava conta que, a cada noite, ela alimentava muito mais do que estômagos vazios. Ela alimentava o coração e a alma de cada um dos seus filhos. “Tenho a firme convicção de que nenhuma riqueza de bens materiais pode fazer progredir o homem, mesmo que ela esteja nas mãos de homens que demandam uma meta superior. Pode alguém imaginar Moisés, Jesus ou Gandhi, armados de um saco de dinheiro de milionário?” - Albert Einstein |
Reflexão de coragem...
Um velho samurai
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Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar zen aos jovens.Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama. O velho não aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade. - Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? - A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. - O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir. “A calma na luta é sempre um sinal de força e confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo |
Uma homenagem a Ayrton Senna da Silva...
Nossa História
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Em agosto de 1997 nascia, de uma pequena homenagem a Ayrton Senna
da Silva, a semente de uma Organização Não-Governamental, hoje sinônimo
de perseverança, determinação, amor ao próximo e responsabilidade social, a ONG “Projetos sociais meu sonho não tem fim”.
No início, foram criados textos com foco no aspecto humano de Senna e distribuídos para um grupo de, aproximadamente, cinqüenta pessoas. Ainda em 1997, iniciou-se a compilação de materiais (imagens e pequenos arquivos de áudio e vídeo) para a criação de um CD ROM, que seria, distribuído gratuitamente, junto à direção de escolas em comunidades carentes, difundindo o legado e exemplo de vida deixado por Senna, entre crianças destas localidades. Nos anos seguintes surgiram outros três títulos em CD ROM, mais completos e com novos aspectos visuais, mantendo a mesma finalidade e características de distribuição do CD ROM inicial. No final de 2002, a ONG realiza um grande sonho, o início das “Exposições meu sonho não tem fim”, hoje denominadas “Grandes Sonhadores”, que levavam diversas opções - principalmente para crianças de comunidades carentes - de conhecerem o maravilhoso legado e exemplo de vida deixado por Senna, focando em seis pilares que eram a base de sustentação do projeto e fortes características na personalidade de Senna: a criança (estendida pela ONG aos idosos e animais), o esporte, o patriotismo, a fé, a família e o amor ao próximo. Essas exposições foram levadas a unidades dos CEUs, FEBEMs e escolas e alcançaram um total de mais de 140.000 crianças e adolescentes. Ainda no final de 2002 a ONG passou por uma grande reformulação, mudando seu foco principal e associando seu trabalho aos exemplos de vida e legado de seus vinte e um “Grandes Sonhadores”, que são a fonte de inspiração do trabalho da ONG, que tem como principal missão criar ferramentas de conscientização e motivação disponibilizadas, gratuitamente, para formadores de opinião, líderes comunitários, institutos, associações, fundações e ONGs. Em outubro de 2003 surgiram as palestras motivacionais “Acreditando e concretizando seus sonhos”, tendo como objetivo principal, transmitir informação, reflexão, conscientização e motivação. No ano de 2004 nasceu o projeto social, “Amor em Cena”, que inicialmente eram caravanas noturnas, que levavam a comunidades carentes e moradores de rua alimentos, brinquedos, doces, cobertores, carinho, amor e atenção. Hoje, todo o trabalho de assistencialismo realizado pela organização ocorre em parceria com vinte instituições que trabalham com crianças, idosos e animais abandonados e estas ações ocorrem apenas sazonalmente, no Dia da Criança e Natal. A "Pirâmide do Bem", ao contrário das tradicionais pirâmides, que seduzem com a proposta de dinheiro fácil, tem como moeda as boas ações, realizadas aos nossos semelhantes e ao ambiente em que vivemos. O projeto social, “Passageiros da Esperança”, é realizado próximo a terminais de transporte coletivo nas grandes cidades, distribuindo folhetos com mensagens de esperança, força, fé, otimismo e amor ao próximo, sem que haja vínculo comercial, financeiro, religioso ou político, como tudo o que a ONG se dispõem a fazer. Em São Paulo, houve durante algum tempo uma parceria com a TV Minuto e a Bustv, que veicularam spots de 15 segundos em suas TVs de plasma, instaladas no Metrô e nos coletivos da cidade, divulgando os ideais de nossos “Grandes Sonhadores”. A idéia era mostrar os exemplos de vida de nossos inspiradores e seus ideais. Pessoas muito especiais, que são tema freqüente nos milhares de folhetos, folders, revistas, livros e DVDs distribuídos mensalmente, principalmente, na periferia da cidade de São Paulo. Além destes impressos, distribuídos gratuitamente em nossas ações, outras ferramentas extremamente importantes em nosso trabalho de conscientização e motivação são o site oficial da organização, a TV Meu Sonho, o DVD “TV Meu Sonho”, o portal de responsabilidade social corporativa “Empresa dos Sonhos” e as palestras motivacionais e de conscientização do projeto “Vinha de Sonhos”. A ONG também desenvolve estudos e pesquisas sobre temas polêmicos e importantes como a discriminação racial, a violência, a importância de investimentos nas áreas periféricas das grandes metrópoles, voluntariado, responsabilidade social corporativa, dentre outros enfoques, para a conscientização de nossos formadores de opinião e também da população de uma forma geral. Nossa organização não tem sede própria, na verdade – sem busca de méritos pessoais ou felicitações, apenas como esclarecimento e transparência – a ONG é um trabalho basicamente individual. Ela tem um “síndico”, como costumamos dizer, pois, sozinho jamais estaremos. Isso fica muito claro em todos os nossos textos, que estão sempre na primeira pessoa do plural. Até pouco tempo atrás, não dizíamos para ninguém que este é um trabalho individual, no entanto, hoje acreditamos que, de uma forma clara, humilde e serena, isso deve ser colocado para as pessoas, pois, tornou-se um exemplo de que é possível buscarmos nossos sonhos e principalmente, a concretização de trabalhos que buscam o “bem comum” independentemente, das dificuldades e limitações financeiras. Muitas vezes, quando as pessoas verificam nossos materiais, tanto os folhetos, as revistas, o livro, o DVD e o site oficial, bem como as parcerias importantes que já existiram com a Salton, a TV Minuto, a Bustv e o Google, imaginam uma organização rica e grandiosa, quando na verdade, um único indivíduo realiza todas as atividades da organização, dividindo ainda o seu tempo com sua família e atividades profissionais, que, graças a Deus, por ser um profissional liberal, tem flexibilidade em seus horários. Porém, isso não é nenhum mérito, acreditamos que talvez seja uma obrigação ou um compromisso assumido. No entanto, sabemos que a ONG é um exemplo de que é possível construirmos algo, mesmo sozinhos e sem recursos financeiros. O idealizador deste trabalho não é uma pessoa rica, porém, há vinte e três anos, quando surgiu este sonho, ele iniciou uma pequena poupança, onde se comprometeu a guardar 20% de seu salário para viabilizar a sua concretização, algo que cumpriu religiosamente por mais de 260 meses. Era como um dízimo ou uma poupança forçada para a aquisição de seu “sonho de consumo”. Seu segredo foi exatamente isso, muita disciplina, perseverança e um enorme amor naquilo que fazia e se, em sua humilde existência, ele pode dar um conselho para alguém que deseja fazer algo pelos nossos irmãos menos favorecidos, esquecidos e infelizes e em busca do “bem comum”, essas são algumas das “palavras mágicas” para a concretização deste sonho: muito amor, humildade, ética, disciplina e perseverança. Foi assim que se construiu este sonho, ou melhor, “o nosso sonho”. |
Grandes Sonhadores... A arte de viver...
Ousadia de sonhar, capacidade de concretização de
seus objetivos, ânsia em fazer o bem e amor incondicional ao próximo.
Essas são algumas das características, que certamente encontraremos em
nossos
grandes sonhadores, e fonte de inspiração para o
trabalho da ONG “Projetos sociais meu sonho não tem fim”.
Seres humanos, que alem de nos deixarem seus valiosos exemplos de vida e legados, eram dotados de virtudes extremamente importantes, para superarmos nossos obstáculos do dia a dia, e principalmente, construirmos algo produtivo para o bem comum.
Esse é um de nossos maiores desafios, passarmos esses ensinamentos adiante.
Ensinamentos como a cidadania de Betinho, a compaixão de Mahatma Gandhi, a coragem de Martin Luther King, a determinação de Ayrton Senna, a humildade de Albert Einstein, a fraternidade de São Francisco, o otimismo de Charles Chaplin, a perseverança de Ludwig van Beethoven, a superação de Stephen Hawking, dentre outros, são apenas uma introdução a grandeza destas pessoas, que enfrentaram tantas dificuldades - de formas diversas e distintas - para alcançar seus objetivos, semeando, durante suas vidas, um mundo melhor, mais justo e fraterno, e que fazemos questão de divulgá-los, com o intuito de motivar e conscientizar a todos a serem mais otimistas, perseverantes e solidários e a criarem uma “corrente do bem” cada vez mais ampla, sincronizada e eficiente
Seres humanos, que alem de nos deixarem seus valiosos exemplos de vida e legados, eram dotados de virtudes extremamente importantes, para superarmos nossos obstáculos do dia a dia, e principalmente, construirmos algo produtivo para o bem comum.
Esse é um de nossos maiores desafios, passarmos esses ensinamentos adiante.
Ensinamentos como a cidadania de Betinho, a compaixão de Mahatma Gandhi, a coragem de Martin Luther King, a determinação de Ayrton Senna, a humildade de Albert Einstein, a fraternidade de São Francisco, o otimismo de Charles Chaplin, a perseverança de Ludwig van Beethoven, a superação de Stephen Hawking, dentre outros, são apenas uma introdução a grandeza destas pessoas, que enfrentaram tantas dificuldades - de formas diversas e distintas - para alcançar seus objetivos, semeando, durante suas vidas, um mundo melhor, mais justo e fraterno, e que fazemos questão de divulgá-los, com o intuito de motivar e conscientizar a todos a serem mais otimistas, perseverantes e solidários e a criarem uma “corrente do bem” cada vez mais ampla, sincronizada e eficiente
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Uma
Em uma sala de aula havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:
Um dia, o cavalo de um camponês
Aquela mãe era muito especial. Com dez filhos, ela conseguiu educar
sua filha até a segunda série, sem que ela se desse conta da pobreza em
que vivia.
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar zen aos jovens.