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domingo, 13 de abril de 2014

Reflexão de coragem...

Um velho samurai
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar zen aos jovens.

Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali.

Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.

O velho não aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.

Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?

- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.

- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.

Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você.

As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir.


“A calma na luta é sempre um sinal de força e confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo

Uma homenagem a Ayrton Senna da Silva...

Nossa História
Em agosto de 1997 nascia, de uma pequena homenagem a Ayrton Senna da Silva, a semente de uma Organização Não-Governamental, hoje sinônimo de perseverança, determinação, amor ao próximo e responsabilidade social, a ONG “Projetos sociais meu sonho não tem fim”.

No início, foram criados textos com foco no aspecto humano de Senna e distribuídos para um grupo de, aproximadamente, cinqüenta pessoas. Ainda em 1997, iniciou-se a compilação de materiais (imagens e pequenos arquivos de áudio e vídeo) para a criação de um CD ROM, que seria, distribuído gratuitamente, junto à direção de escolas em comunidades carentes, difundindo o legado e exemplo de vida deixado por Senna, entre crianças destas localidades.

Nos anos seguintes surgiram outros três títulos em CD ROM, mais completos e com novos aspectos visuais, mantendo a mesma finalidade e características de distribuição do CD ROM inicial.

No final de 2002, a ONG realiza um grande sonho, o início das “Exposições meu sonho não tem fim”, hoje denominadas “Grandes Sonhadores”, que levavam diversas opções - principalmente para crianças de comunidades carentes - de conhecerem o maravilhoso legado e exemplo de vida deixado por Senna, focando em seis pilares que eram a base de sustentação do projeto e fortes características na personalidade de Senna: a criança (estendida pela ONG aos idosos e animais), o esporte, o patriotismo, a fé, a família e o amor ao próximo. Essas exposições foram levadas a unidades dos CEUs, FEBEMs e escolas e alcançaram um total de mais de 140.000 crianças e adolescentes.

Ainda no final de 2002 a ONG passou por uma grande reformulação, mudando seu foco principal e associando seu trabalho aos exemplos de vida e legado de seus vinte e um “Grandes Sonhadores”, que são a fonte de inspiração do trabalho da ONG, que tem como principal missão criar ferramentas de conscientização e motivação disponibilizadas, gratuitamente, para formadores de opinião, líderes comunitários, institutos, associações, fundações e ONGs.

Em outubro de 2003 surgiram as palestras motivacionais “Acreditando e concretizando seus sonhos”, tendo como objetivo principal, transmitir informação, reflexão, conscientização e motivação.

No ano de 2004 nasceu o projeto social, “Amor em Cena”, que inicialmente eram caravanas noturnas, que levavam a comunidades carentes e moradores de rua alimentos, brinquedos, doces, cobertores, carinho, amor e atenção. Hoje, todo o trabalho de assistencialismo realizado pela organização ocorre em parceria com vinte instituições que trabalham com crianças, idosos e animais abandonados e estas ações ocorrem apenas sazonalmente, no Dia da Criança e Natal.

A "Pirâmide do Bem", ao contrário das tradicionais pirâmides, que seduzem com a proposta de dinheiro fácil, tem como moeda as boas ações, realizadas aos nossos semelhantes e ao ambiente em que vivemos.

O projeto social, “Passageiros da Esperança”, é realizado próximo a terminais de transporte coletivo nas grandes cidades, distribuindo folhetos com mensagens de esperança, força, fé, otimismo e amor ao próximo, sem que haja vínculo comercial, financeiro, religioso ou político, como tudo o que a ONG se dispõem a fazer. Em São Paulo, houve durante algum tempo uma parceria com a TV Minuto e a Bustv, que veicularam spots de 15 segundos em suas TVs de plasma, instaladas no Metrô e nos coletivos da cidade, divulgando os ideais de nossos “Grandes Sonhadores”. A idéia era mostrar os exemplos de vida de nossos inspiradores e seus ideais. Pessoas muito especiais, que são tema freqüente nos milhares de folhetos, folders, revistas, livros e DVDs distribuídos mensalmente, principalmente, na periferia da cidade de São Paulo. Além destes impressos, distribuídos gratuitamente em nossas ações, outras ferramentas extremamente importantes em nosso trabalho de conscientização e motivação são o site oficial da organização, a TV Meu Sonho, o DVD “TV Meu Sonho”, o portal de responsabilidade social corporativa “Empresa dos Sonhos” e as palestras motivacionais e de conscientização do projeto “Vinha de Sonhos”.

A ONG também desenvolve estudos e pesquisas sobre temas polêmicos e importantes como a discriminação racial, a violência, a importância de investimentos nas áreas periféricas das grandes metrópoles, voluntariado, responsabilidade social corporativa, dentre outros enfoques, para a conscientização de nossos formadores de opinião e também da população de uma forma geral.

Nossa organização não tem sede própria, na verdade – sem busca de méritos pessoais ou felicitações, apenas como esclarecimento e transparência – a ONG é um trabalho basicamente individual. Ela tem um “síndico”, como costumamos dizer, pois, sozinho jamais estaremos. Isso fica muito claro em todos os nossos textos, que estão sempre na primeira pessoa do plural.

Até pouco tempo atrás, não dizíamos para ninguém que este é um trabalho individual, no entanto, hoje acreditamos que, de uma forma clara, humilde e serena, isso deve ser colocado para as pessoas, pois, tornou-se um exemplo de que é possível buscarmos nossos sonhos e principalmente, a concretização de trabalhos que buscam o “bem comum” independentemente, das dificuldades e limitações financeiras.

Muitas vezes, quando as pessoas verificam nossos materiais, tanto os folhetos, as revistas, o livro, o DVD e o site oficial, bem como as parcerias importantes que já existiram com a Salton, a TV Minuto, a Bustv e o Google, imaginam uma organização rica e grandiosa, quando na verdade, um único indivíduo realiza todas as atividades da organização, dividindo ainda o seu tempo com sua família e atividades profissionais, que, graças a Deus, por ser um profissional liberal, tem flexibilidade em seus horários.

Porém, isso não é nenhum mérito, acreditamos que talvez seja uma obrigação ou um compromisso assumido. No entanto, sabemos que a ONG é um exemplo de que é possível construirmos algo, mesmo sozinhos e sem recursos financeiros. O idealizador deste trabalho não é uma pessoa rica, porém, há vinte e três anos, quando surgiu este sonho, ele iniciou uma pequena poupança, onde se comprometeu a guardar 20% de seu salário para viabilizar a sua concretização, algo que cumpriu religiosamente por mais de 260 meses. Era como um dízimo ou uma poupança forçada para a aquisição de seu “sonho de consumo”.

Seu segredo foi exatamente isso, muita disciplina, perseverança e um enorme amor naquilo que fazia e se, em sua humilde existência, ele pode dar um conselho para alguém que deseja fazer algo pelos nossos irmãos menos favorecidos, esquecidos e infelizes e em busca do “bem comum”, essas são algumas das “palavras mágicas” para a concretização deste sonho: muito amor, humildade, ética, disciplina e perseverança.

Foi assim que se construiu este sonho, ou melhor, “o nosso sonho”.

Grandes Sonhadores... A arte de viver...

Ousadia de sonhar, capacidade de concretização de seus objetivos, ânsia em fazer o bem e amor incondicional ao próximo. Essas são algumas das características, que certamente encontraremos em nossos grandes sonhadores, e fonte de inspiração para o trabalho da ONG “Projetos sociais meu sonho não tem fim”.

Seres humanos, que alem de nos deixarem seus valiosos exemplos de vida e legados, eram dotados de virtudes extremamente importantes, para superarmos nossos obstáculos do dia a dia, e principalmente, construirmos algo produtivo para o bem comum.

Esse é um de nossos maiores desafios, passarmos esses ensinamentos adiante.

Ensinamentos como a cidadania de Betinho, a compaixão de Mahatma Gandhi, a coragem de Martin Luther King, a determinação de Ayrton Senna, a humildade de Albert Einstein, a fraternidade de São Francisco, o otimismo de Charles Chaplin, a perseverança de Ludwig van Beethoven, a superação de Stephen Hawking, dentre outros, são apenas uma introdução a grandeza destas pessoas, que enfrentaram tantas dificuldades - de formas diversas e distintas - para alcançar seus objetivos, semeando, durante suas vidas, um mundo melhor, mais justo e fraterno, e que fazemos questão de divulgá-los, com o intuito de motivar e conscientizar a todos a serem mais otimistas, perseverantes e solidários e a criarem uma “corrente do bem” cada vez mais ampla, sincronizada e eficiente

Sedes da Copa 2014 no Brasil....

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Cidade do Sol. Assim é conhecida Natal, a capital do Rio Grande do Norte, uma das metrópoles mais encantadoras do Brasil e destaque da nossa série de Sedes da Copa de 2014. Nela, parece não haver mau tempo porque, ao longo do ano, são cerca de 300 dias de céu azul e motivos de sobra para uma boa praia.

Dá para entender melhor o porquê do apelido tão carinhoso. Ainda mais quando se olha para a natureza da região, repleta de dunas, lagoas, coqueiros e, sobretudo, costas que atraem turistas brasileiros e de todas as partes do mundo.

O calor dos trópicos é amenizado pela brisa do mar, que garante um clima úmido e temperaturas amenas. O sopros que vêm do oceano Atlântico até renderam à cidade o título de local com o ar mais puro das Américas, atribuído pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos.

Esses motivos, por si só, explicariam a presença de tantas famílias, casais em lua de mel, aventureiros e outros tipos de visitantes em solo natalense. Mas há muitos outros atrativos, como as paisagens paradisíacas e a facilidade de locomoção, uma vez que o terreno é praticamente todo plano.

Estrutura hoteleira

“O turismo é uma atividade de muitos anos. Por isso, Natal é hoje uma das áreas com melhor estrutura hoteleira do País”, diz Rogério Linguanotti, diretor-proprietário da Sansaar Viagens e Turismo.

O especialista aconselha evitar a viagem apenas durante o inverno, quando as chuvas são frequentes, e na alta temporada, período em que o clima é mais seco e a concentração de pessoas aumenta por conta das férias de verão.

“Qualquer outro mês, entre março e junho e agosto e novembro, é excelente. Em uma semana, você conhece bem os pontos de interesse urbanos e praias próximas”, afirma.

Delícias natalenses

Com influência indígena, portuguesa e africana, a culinária local tem como protagonistas a carne de sol e o camarão. Não faltam restaurantes em que você prova variações deliciosas, com os acompanhamentos mais comuns: a macaxeira (mandioca ou aipim), o feijão-verde, o arroz-da-terra cozido com leite e a farofa d’água.

Para temperar, os natalenses preferem a simplicidade, usando o tomate, a cebola, a cebolinha e o pimentão, além do coentro e do leite de coco, sabores bastante marcantes.

Outros frutos do mar, como a lagosta e o caranguejo, e os peixes dominam os cardápios. Um prato tradicional, segundo o chef Daniel Cavalcanti, do Cascudo Bistrô, é a ginga com tapioca – típico da praia de Redinha.

“É um peixe pequeno, semelhante à manjuba, e tem esse nome porque, segundo a história popular, as mulheres carregavam o pescado em cestos de palha nos quais eles vinham balançando – ou gingando”, explica.

Para que você não fique com água na boca, Daniel cedeu ao Portal Vital a receita dessa irresistível iguaria. Delicie-se!

Ginga com tapioca

Ingredientes

  • 100 g de goma de tapioca fresca
  • Sal a gosto
  • 20 g de leite de coco
  • 100 g de ginga (ou manjuba)
  • 20 g de farinha de mandioca
  • 50 ml de óleo
  • Palitos

Modo de preparo

Peneire a goma e tempere com um pouco de sal. Polvilhe a tapioca em uma frigideira de tefal, com delicadeza, preenchendo todo o fundo, fazendo como se fosse uma panqueca. Umedeça a tapioca com um pouco de leite de coco. Tempere as gingas com sal e empane na farinha de mandioca. Coloque algumas no palito e frite em óleo quente. Sirva os peixes dentro da tapioca. 

Manaus, Que linda Paisagem, que riquezas...



Cercada por belezas naturais, como a Floresta Amazônica e o famoso encontro dos rios Negro e Solimões, a cidade de Manaus, outro destaque da nossa série de Sedes da Copa, é o que se pode chamar carinhosamente de um cantinho no paraíso.

Fundada em 1669 por portugueses, a capital do Amazonas reúne uma incrível diversidade cultural e de flora e fauna. Ao caminhar pelas ruas desta cidade histórica, é impossível não notar as influências europeias em sua arquitetura, além dos fortes vínculos com a cultura indígena presentes nas festas e artes.

E a culinária? Hummm! É de dar água na boca. Do Tacacá, sopa que virou símbolo da cidade, ao famoso açaí, são diversos os exemplos que transformam a gastronomia local um espetáculo à parte.

Por todas as suas riquezas, Manaus não poderia ficar de fora do maior evento de futebol do mundo. Claudia Mendonça, diretora na Agência Brasileira de Agências de Turismo do Amazonas (Abav/AM) e também da Paradise Turismo, dá dicas para que veja de perto e experimente o que a capital amazonense tem de melhor.

APRENDA A DIZER NÃO...



Dizer sim a pessoas, situações e comportamentos é o que fazemos todo momento. Mesmo quando não estamos de acordo. Por exemplo: uma amiga que repetidamente pede um dinheirinho emprestado, os filhos que fazem birras e manhas e o próprio marido, que não entende o que você espera do relacionamento, entre outras circunstâncias que deveríamos evitar.
 
“Falar ‘não’ é uma habilidade que depende de aprendizado desde a infância. Quem recebeu muitas negativas na vida, por exemplo, pode fazer isso também pelo costume ao longo dos anos ou só dizer ‘sim’ porque sabe o quanto o contrário pode atingir os demais. Nesse sentido, o meio familiar é um modelo muito importante”, explica a psicóloga Marina da Costa Manso Vasconcellos.
 
Quem mais concorda do que discorda tem contra si o fato de, muitas vezes, anular seus anseios, desejos e vontades. O que prejudica o corpo e a mente. “No fundo, é uma autoproteção. Você crê que está se defendendo de um mundo exigente, mas chega a hora em que percebe que não consegue agradar a todos. É quando precisa de apoio para evitar a depressão  e crises de ansiedade, por exemplo”, alerta Marisa de Abreu, da Clínica de Psicologia Marisa de Abreu.
 
Para que você entenda melhor a importância da habilidade de dizer não, mostramos mitos e verdades sobre o tema, com a ajuda de Marina e Marisa.
 
Dizer “não” é, antes de tudo, definir prioridades.
 
Verdade. Pessoas com essa capacidade são consideradas mais assertivas, pois conseguem lidar com suas necessidades de forma mais adequada e no momento certo. “Vivemos relações em que cada um defende o seu lado. Se deixarmos de dar negativas, é a prioridade do outro que sempre prevalecerá”, comenta Marisa.
 
Mas a família deve vir primeiro.
 
Mito. Quem tem muitas responsabilidades familiares, precisa encontrar a maneiras de preservar o seu espaço e a individualidade. Para isso, o ideal é mudar a atitude, mas com uma preparação, como uma conversa, para que ninguém se sinta contrariado ou magoado. E sem ser radical, experimentando aos poucos: recusar o convite para uma festa com amigos de trabalho do parceiro, por exemplo.
 
“Se você só fizer o que os outros querem, estará se anulando. Isso, com o tempo, gera infelicidade. Precisamos a aprender a nos valorizar, o que nos dá segurança para contrariar alguns pedidos. No consultório, vejo casamentos que chegam a um fim por causa da incapacidade de um dos parceiros de estabelecer suas prioridades”, diz Marina. 
Os parentes não entenderão...
 
Os parentes não entenderão...
 
Mito. Impor limites com atenção e tato é muito importante para que os familiares saibam quais são os graus de respeito no convívio. “Família é a típica situação em que esquecem o bom senso quando você exerce o papel do ‘bonzinho’. Começam a frequentar sua casa sem avisar, não devolvem o dinheiro emprestado e só pensam em você na hora que precisam de alguém para buscá-los de madrugada no aeroporto, por exemplo”, completa Marisa.
 
Marina, por sua vez, afirma que relacionamentos se fortalecem quando o homem e a mulher conseguem se posicionar sem ferir o outro. “Um paciente, por exemplo, disse-me uma vez que desconhecia exatamente os pratos preferidos de sua esposa porque toda vez ela dizia estar satisfeita com as escolhas que ele fazia”, lembra.
 
 
A mudança de atitude também traz vantagens no trabalho.
A mudança de atitude também traz vantagens no trabalho.
 
Verdade. Dito do jeito certo e em ocasiões adequadas, o “não” facilita o reconhecimento de suas competências, principalmente quando colegas podem estar se aproveitando da sua disposição para ajudar.
 
Sentir-se culpada é natural.
 
Mito. Embora seja muito comum, a culpa é considerada disfuncional porque esse sentimento deve estar associado a atitudes que façam mal aos demais, e não às que simplesmente reflitam vontades pessoais. “A pressão da sociedade, além da nossa própria insegurança, explicam a culpabilidade. Se você não assume as suas decisões, dificilmente conseguirá dizer ‘sim’”, comenta Marina.
Rexona Clinical foi desenvolvido especialmente para mulheres fortes que precisam de proteção para enfrentar o dia a dia.
 
 
 
 
O hábito tem muita força para ser mudado.
 
Mito. Todos têm condições de mudar características por si próprias ou com apoio de especialistas, explica Marisa. Um psicólogo mostra a seus pacientes o caminho para que se coloquem como prioridade em diversas ocasiões.
 
“É possível mudar, mas geralmente por força maior. Separações ou demissões no trabalho costumam levar a reflexões sobre nossas maneiras de nos envolver, levando-nos, muitas vezes, a assumir um novo posicionamento”, acrescenta Marina.
 
 
 
 
 
Algumas pessoas acabam doentes.
 
 
 
Algumas pessoas acabam doentes.
 
Verdade. Além da baixa estima e da insatisfação com a vida, quem continuamente diz “sim” pode sofrer depressão, transtorno de ansiedade, aumento da pressão, problemas dermatológicos e estresse, entre outros problemas associados.

INFÂNCIA LIVRE DE PROBLEMAS COM GLÚTEN...



A cada dez crianças brasileiras, uma tem alergia ao glúten, proteína vegetal presente no trigo, cevada (malte), centeio, aveia e derivados desses alimentos, o que configura a doença celíaca, de origem hereditária.

Para a chef de cozinha Carla Serrano, foi difícil descobrir que tinha esse problema de intolerância permanente. No início de 2011, após passar a adolescência com anemia persistente e dermatites, ela descobriu que tem dermatite herpetiforme de Duhring Brocq, doença de pele associada à sensibilidade do corpo à substância. “Sendo gastrônoma e confeiteira, foi um choque”, diz Carla.

Para lidar com o problema, ela criou um blog de receitas sem glúten  e passou a seguir uma dieta rigorosamente. “A doença é permanente e o único tratamento é uma alimentação livre dessa proteína para o resto da vida. Veja o lado bom: o meu ‘medicamento’ é a dieta. Tenho uma alimentação saudável  e não passo mais vontade. Quando quero comer algo, vou para a cozinha e preparo uma receita certa”, incentiva.

Devido à hereditariedade, crianças de famílias que tenham casos registrados precisam ir ao médico para fazer testes. Os sinais e os sintomas mais frequentes na infância – diarreia, distensão abdominal com presença excessiva de gases, cólicas abdominais, fezes ácidas que provocam assadura e perda de peso e de apetite.

“Existe uma graduação segundo a Escala de Marsh, que vai de 0 (normal) a 4 (quadro grave). Para descobrir o grau da doença, é necessário fazer o exame”, diz o gastroenterologista Flavio Steinwurz, do Hospital Israelita Albert Einstein.

“A doença autoimune provoca uma reação imunológica que atrofia a parede do intestino, e este, como consequência, não consegue mais absorver adequadamente os nutrientes. Com isto, o alimento mal digerido não é absorvido, há diarreia e a desnutrição associada”, complementa.

Tratamento

A dieta restritiva é o mais indicado para os celíacos: exclua o trigo, o centeio, a cevada (malte) e a aveia e faça o acompanhamento com a ajuda de um gastroenterologista e de um nutricionista. Também é preciso fazer exames de sangue e endoscopia com regularidade, estipulada pelos especialistas.

Apesar de a oferta de produtos elaborados com farinhas de arroz, milho e fécula de batata crescer a cada dia (e de a maioria dos itens convencionais ter aviso da presença de glúten), a dificuldade ainda existe. “Quando a criança se alimenta fora de casa e com alimentos industrializados, os pais precisam aumentar a vigilância”, diz Lucélia da Silva Costa, presidente da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra).

O motivo desse cuidado é claro: a variedade de opções em lanchonetes, restaurantes e outros locais dificulta o acompanhamento. Por exemplo, não pode comer nem a carne do hambúrguer que esteve em contato com o pão. Batatas fritas (que são naturalmente sem glúten) estão descartadas se forem preparadas na mesma fritadeira em que são fritos alimentos empanados (com a substância).

 “Nem todos os profissionais de cozinha e de hotelaria conhecem os riscos da contaminação cruzada. É necessário todo um cuidado com os equipamentos e os utensílios, que devem ser separados somente para esta finalidade”, diz Carla. A chef recomenda sempre estar prevenido. “Nunca saio de casa sem ter na bolsa lanchinhos: barrinhas sem glúten, frutas ou oleaginosas”, diz.

Dicas para o dia a dia

Veja dicas da Fenacelbra para que os pequenos não sofram os sintomas da intolerância ao glúten:

- Compre em padarias com locais separados para produção de alimentos sem glúten.
- Use esponjas de lavar louça separadas, evitando a contaminação por traços da substância.
- Não reaproveite o óleo usado para fritar alimentos com glúten.
- Não coloque no forno alimentos com e sem glúten ao mesmo tempo.
- Luvas cirúrgicas e preservativos podem ter farinha de trigo na embalagem.
- Atenção aos medicamentos: alguns têm farinha de trigo em sua composição.
- Lembre-se: a hóstia contém a substância.

Anote a receita

Que tal surpreender a criançada com uma sobremesa especial? A chef Carla Serrano compartilha uma receita prática de alfajor, sem glúten, que irá conquistar os pequenos.

Rendimento: cerca de 9 porções

Ingredientes: Ingredientes

1 xícara (chá) de leite em pó (100 g)
½ xícara (chá) de água (100 ml)
4 e ½ xícaras (chá) de amido de milho MAIZENA® (450 g)
1 xícara (chá) de açúcar refinado (160 g)
1 colher (chá) de fermento químico em pó (4 g)
½ xícara (chá) de manteiga em temperatura ambiente (90 g)
1 colher (chá) de raspas de limão (2 g)
1 lata de doce de leite (395 g)
Coco ralado para passar

Preparo:

Dissolva o leite em pó na água e junte todos os outros ingredientes, exceto o doce de leite e o coco. Amasse até obter uma massa homogênea, embrulhe em filme plástico e reserve na geladeira por 30 minutos. Abra a massa entre dois plásticos, até atingir 0,5 cm de espessura e corte círculos, com 6 cm de diâmetro cada. O rendimento é de cerca de 18 discos.

Coloque em uma assadeira sem untar e asse no forno preaquecido (180°C) por cerca de 20 minutos, sem dourar. Depois de frios, retire-os da assadeira com o auxílio de uma espátula. Recheie com o doce de leite e passe a lateral do alfajor no coco ralado. Embrulhe cada um em um pedaço de celofane.