Ousadia de sonhar, capacidade de concretização de
seus objetivos, ânsia em fazer o bem e amor incondicional ao próximo.
Essas são algumas das características, que certamente encontraremos em
nossos
grandes sonhadores, e fonte de inspiração para o
trabalho da ONG “Projetos sociais meu sonho não tem fim”.
Seres humanos, que alem de nos deixarem seus valiosos
exemplos de vida e legados, eram dotados de virtudes extremamente
importantes, para superarmos nossos obstáculos do dia a dia, e
principalmente, construirmos algo produtivo para o bem comum.
Esse é um de nossos maiores desafios, passarmos esses ensinamentos adiante.
Ensinamentos como a cidadania de Betinho, a compaixão de
Mahatma Gandhi, a coragem de Martin Luther King, a
determinação de Ayrton Senna, a humildade de Albert
Einstein, a fraternidade de São Francisco, o otimismo de
Charles Chaplin, a perseverança de Ludwig van Beethoven, a
superação de Stephen Hawking, dentre outros, são apenas uma
introdução a grandeza destas pessoas, que enfrentaram tantas
dificuldades - de formas diversas e distintas - para
alcançar seus objetivos, semeando, durante suas vidas, um
mundo melhor, mais justo e fraterno, e que fazemos questão
de divulgá-los, com o intuito de motivar e conscientizar a
todos a serem mais otimistas, perseverantes e solidários e a
criarem uma “corrente do bem” cada vez mais ampla,
sincronizada e eficiente
Cidade do Sol. Assim é conhecida Natal, a capital do Rio Grande do Norte, uma das metrópoles mais encantadoras do Brasil e destaque da nossa série de Sedes da Copa de 2014. Nela, parece não haver mau tempo porque, ao longo do ano, são cerca de 300 dias de céu azul e motivos de sobra para uma boa praia.
Dá para entender melhor o porquê do apelido tão carinhoso. Ainda mais quando se olha para a natureza da região, repleta de dunas, lagoas, coqueiros e, sobretudo, costas que atraem turistas brasileiros e de todas as partes do mundo.
O calor dos trópicos é amenizado pela brisa do mar, que garante um clima úmido e temperaturas amenas. O sopros que vêm do oceano Atlântico até renderam à cidade o título de local com o ar mais puro das Américas, atribuído pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos.
Esses motivos, por si só, explicariam a presença de tantas famílias, casais em lua de mel, aventureiros e outros tipos de visitantes em solo natalense. Mas há muitos outros atrativos, como as paisagens paradisíacas e a facilidade de locomoção, uma vez que o terreno é praticamente todo plano.
Estrutura hoteleira
“O turismo é uma atividade de muitos anos. Por isso, Natal é hoje uma das áreas com melhor estrutura hoteleira do País”, diz Rogério Linguanotti, diretor-proprietário da Sansaar Viagens e Turismo.
O especialista aconselha evitar a viagem apenas durante o inverno, quando as chuvas são frequentes, e na alta temporada, período em que o clima é mais seco e a concentração de pessoas aumenta por conta das férias de verão.
“Qualquer outro mês, entre março e junho e agosto e novembro, é excelente. Em uma semana, você conhece bem os pontos de interesse urbanos e praias próximas”, afirma.
Delícias natalenses
Com influência indígena, portuguesa e africana, a culinária local tem como protagonistas a carne de sol e o camarão. Não faltam restaurantes em que você prova variações deliciosas, com os acompanhamentos mais comuns: a macaxeira (mandioca ou aipim), o feijão-verde, o arroz-da-terra cozido com leite e a farofa d’água.
Para temperar, os natalenses preferem a simplicidade, usando o tomate, a cebola, a cebolinha e o pimentão, além do coentro e do leite de coco, sabores bastante marcantes.
Outros frutos do mar, como a lagosta e o caranguejo, e os peixes dominam os cardápios. Um prato tradicional, segundo o chef Daniel Cavalcanti, do Cascudo Bistrô, é a ginga com tapioca – típico da praia de Redinha.
“É um peixe pequeno, semelhante à manjuba, e tem esse nome porque, segundo a história popular, as mulheres carregavam o pescado em cestos de palha nos quais eles vinham balançando – ou gingando”, explica.
Para que você não fique com água na boca, Daniel cedeu ao Portal Vital a receita dessa irresistível iguaria. Delicie-se!
Ginga com tapioca
Ingredientes
- 100 g de goma de tapioca fresca
- Sal a gosto
- 20 g de leite de coco
- 100 g de ginga (ou manjuba)
- 20 g de farinha de mandioca
- 50 ml de óleo
- Palitos
Modo de preparo
Peneire a goma e tempere com um pouco de sal. Polvilhe a tapioca em uma frigideira de tefal, com delicadeza, preenchendo todo o fundo, fazendo como se fosse uma panqueca. Umedeça a tapioca com um pouco de leite de coco. Tempere as gingas com sal e empane na farinha de mandioca. Coloque algumas no palito e frite em óleo quente. Sirva os peixes dentro da tapioca.



