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sábado, 12 de abril de 2014

INCONTINÊNCIA URINÁRIA TEM SOLUÇÃO SIM...



A incontinência urinária (perda recorrente e involuntária de urina), não é normal e deve ser acompanhada por médicos e fisioterapeutas. Esse problema, percebido ao rir, tossir, espirrar, correr, levantar peso e até mesmo ao dormir, entre outras situações, atinge mais pessoas idosas, mas surge em qualquer idade e independentemente do gênero.
 
Apesar de homens também sofrerem desta disfunção, a doença acomete predominantemente o sexo feminino. Levantamentos revelam que 15% das mulheres que menstruam são diagnosticadas, sendo que o número sobe para 40% com a chegada da menopausa.
 
Segundo Milton Skaff, médico urologista do hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, a queda da qualidade de vida é uma das principais consequências – as pessoas tendem a deixar de lado atividades corriqueiras, como ir ao restaurante, por medo de não conseguir chegar a tempo a um banheiro. “Isso afeta negativamente a qualidade de vida, situação associada, muitas vezes, a um quadro de depressão”, complementa.
 
A boa notícia é que há cura e ela é possível com fisioterapia e até com exercícios feitos em casa sob orientação médica, como você descobre nesta matéria.
 
Entenda o que é
 
A causa é o afrouxamento no chamado assoalho da pelve (ou pélvico), um grupo muscular responsável pelo controle da micção. Há três variações: por esforço (ao rir ou espirrar, por exemplo), por urgência (aparece uma vontade imediata de urinar e a pessoa não consegue chegar ao banheiro) e mista (os dois tipos anteriores juntos).
 
Motivos mais comuns:

 
- Obesidade (o sobrepeso impacta no aumento da pressão intra-abdominal);
 
- Problemas que comprometem a musculatura do assoalho pélvico, como tumores;
 
- Doença chamada de bexiga hiperativa, isto é, quando ocorrem contrações involuntárias; 
 
- Gravidez porque quanto maior o bebê (acima de 4 kg, o risco é maior), mais peso a grávida carrega, intensificando a carga intra-abdominal, considerado um fator de risco. Na hora do parto, o tempo também pode ser um agravante. “Um trabalho de parto curto e sem intercorrências tem menos possibilidade de desencadear o processo do que um prolongado”, comenta Milton Skaff, destacando que, quanto mais filhos a mulher tiver, maior a probabilidade.
 
- Esportes de alto impacto (correr e cavalgar, entre outras atividades, eleva chances de surgimento ou agrava a disfunção).
 
- Roupas apertadas também são vilãs neste caso. Segundo Luni Freire, fisioterapeuta e diretora da Corpus de Lune, clínica especializada em fisioterapia ginecológica, vestimentas justas dificultam a circulação sanguínea e linfática, pois esse aperto na virilha ou no abdômen está associado ao aumento da pressão intra-abdominal, prejudicando o bom funcionamento da bexiga e agravando o quadro.
 

Quando procurar ajuda
 
Busque auxílio se tiver sua qualidade de vida prejudicada. “Em casos de maior volume de perda, a roupa até fica molhada, o que gera constrangimento e transtorno. Quando há menos intensidade de fluxo, os sintomas mais comuns são a sensação de umidade e o mau cheiro”, resume Milton. É importante não ter vergonha de comentar com o urologista ou ginecologista que situações como essas aconteceram ou se tornaram frequentes. 
 
Exames no consultório
 
Antes de saber qual o tratamento ideal, é preciso identificar a gravidade. Para isso, pode ser feito um teste no consultório. Com a bexiga cheia, a paciente contrai o abdômen, como ao tossir, para que uroginecologista, especialista neste caso, faça a sua avaliação.
 
Outra alternativa é o estudo urodinâmico: injeta-se soro fisiológico na bexiga e faz-se um esforço abdominal para medir o ponto a partir da qual começa a perda de xixi. O teste leva de 15 a 20 minutos, causa incômodo, mas não é dolorido.
 
Como tratar
 
Com base nos resultados, o médico orienta as medidas a serem tomadas. Para a incontinência por urgência, podem ser indicadas a fisioterapia e também tratamento medicamentoso.
 
Já para a eliminação de urina por esforço é revertida com fisioterapia, que estimula a tonificação do assoalho pélvico. “Os exercícios específicos ‘ensinam’ como contrair o abdômen antes de tossir, por exemplo”, explica Cleima Bittelbrunn, fisioterapeuta professora da Faculdade Inspirar ou "por meio de cirurgias atualmente consideradas como minimamente invasivas", comenta Skaff.
 
Cleima explica que cinco sessões são suficientes para uma melhora significativa e o começo dos exercícios em casa. Mas esse condicionamento de contração deve ser continuado para que os incômodos não voltem.
 
E não deixe de se hidratar, embora essa seja a primeira dedução de quem está justamente com dificuldade de “segurar o xixi”. A fisioterapeuta Luni diz que o ideal é beber bastante água.

MENSTRUAR OU NÃO MENSTRUAR???



A ideia é tentadora:  riscar a menstruação do seu calendário, evitando os incômodos das cólicas e da tensão pré-menstrual (TPM). A questão é saber se isso traz ou não consequências para o seu corpo. Os profissionais consultados pelo Portal Vital dizem quais são os prós e os contras e compartilham suas posições para que você fique mais informada.

Como funciona

Atualmente, as farmácias têm em suas prateleiras uma série de medicamentos à base de hormônios desenvolvidos pela indústria farmacêutica justamente para esta função. O ginecologista Eliezer Berenstein explica que a grande capacidade de regeneração do endométrio (tecido que reveste o útero internamente, fica mais grosso em preparação a uma eventual fecundação e é expelido quando ela não acontece) ocorre devido à capacidade de reconstituição de um grande número de células.

“Para bloqueá-las, são usados hormônios que agem nas mamas, no metabolismo e principalmente no comportamento.

Cria-se uma espéciede menopausa artificial, que, em alguns casos, impacta no sono, no pico de desejo sexual típico e desejado da ovulação e até no quociente intelectual e emocional”, detalha.”

Fertilidade e pesoFertilidade e peso

Paula Fettback, ginecologista obstetra e especialista em reprodução humana do Grupo Huntington, cita outros eventuais efeitos colaterais: calores, irritabilidade e ganho de peso. “Além disso, casos de hipertensão, diabetes, obesidade e trombose exigem uma maior cautela”, exemplifica.

As injeções trimestrais de derivados da progesterona, por exemplo, estão mais associadas a casos de aumento de peso. A fertilidade também é influenciada, só que, por todos os tipos de produtos à venda. A gravidez, por esse motivo, é possível somente depois de dois a quatro meses após o remédio não ser mais ingerido. “Mas pessoas com endometriose têm mais facilidade para engravidar fazendo o bloqueio da menstruação”, diz Paula.


O que pensam os médicos

Para Eliezer, autor do livro A inteligência hormonal da mulher, a interrupção requer uma reflexão. “Essa deveria ser uma opção somente nos casos em que a paciente esteja sendo prejudicada ou quando tem endometriose, hemorragia ou cólicas fortes. As pacientes não são tubos de ensaio para receberem hormônios como ocorre muitas vezes”, afirma.
O que pensam os médicos

Paula pensa diferente, e chama a atenção para o livre arbítrio. “Querer parar de menstruar é um direito, uma mudança de estilo de vida, mas é fato que o uso das substâncias depende de critério. Se bem prescritas, não causam mal para o organismo”, contrapõe.

Apesar de sua convicção, Paula concorda que o método tem a desvantagem de, em algumas situações, dificultar diagnósticos, uma vez que a ausência de sangramento, em pessoas que não estão se medicando, é indicativo de que algo não vai bem por conta do estresse, da presença de tumores e da ocorrência da Síndrome de Ovários Policísticos, entre outras alterações.


“Por outro lado, os sintomas de determinadas doenças aparecem quando menstruamos. Quando isso não é recorrente, aumentam as chances de descobrir enfermidades”, complementa.


Alimentação e outros cuidadosalimentação e outros cuidados

Como não há unanimidade sobre esse tema, pedimos aos dois especialistas que indicassem algumas soluções práticas para que você possa amenizar os efeitos da menstruação, independentemente da sua decisão.

O cuidado redobrado com a alimentação é essencial. Diminuir a cafeína, o álcool e o sal, aumentando a ingestão de linhaça, de ômega 3 e de soja, por exemplo, reduz a ansiedade. Você também pode de preparar um suco antiTPM fácil de fazer.

Já o gergelim, o óleo de prímula e os suplementos de vitamina B, D e E ajudam a reduzir o inchaço do corpo, enquanto peixes, frutas e hortaliças e leite e derivados reduzem as dores das cólicas. E não se esqueça: praticar exercícios físicos com regularidade ajuda controlar os impulsos, aumentam o bem-estar e fortalecem a sua saúde.

DESCUBRA OS SABORES DO SUCHÁ...



Já ouviu falar em suchá? Assim é chamada a bebida que concilia as propriedades terapêuticas dos chás e o poder nutritivo das vitaminas e dos minerais de frutas e vegetais. Além disso, essa combinação hidrata e é rica em flavonoides, que são compostos bioativos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

“Estudos têm demonstrado que o consumo diário dessas substâncias favorece a prevenção de doenças, como o câncer e enfermidades cardiovasculares”, diz Márcia Tanaka, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein.
Manhãs com sabor


Manhãs com sabor

Por ser uma novidade rica em antioxidantes, o ideal é beber gelado para aproveitar a refrescância e pelas manhãs – embora não haja restrição à ingestão ao longo do dia. “A única ressalva é ter um controle das calorias, dependendo dos ingredientes escolhidos”, acrescenta Márcia.

Em recipiente fechado e sob refrigeração, os chás podem ser conservados por até 12 horas, porém os sucos de determinadas frutas e vegetais oxidam mais rapidamente. “Por isso, acrescente os ingredientes naturais pouco antes do consumo”, diz Marcella Garcez, médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).
 
Faça você mesma

Anote agora quatro receitas de suchás para o seu dia a dia.



 Hortelã, erva-doce e abacaxi
Hortelã, erva-doce e abacaxi 

A erva-doce e o hortelã têm propriedades digestivas. O abacaxi, por sua vez, é rico em vitamina C, vitamina B6, folato, tiamina, ferro, magnésio e manganês, que ajudam a equilibrar o metabolismo.


Ingredientes

- 8 folhas de hortelã (grande)
- 1 colher de café de erva-doce
- 1 fatia de abacaxi


Modo de preparo: faça a infusão com as folhas de hortelã e erva-doce, coe e reserve para que o calor do líquido não altere as propriedades dos alimentos. Passe pelo liquidificador com o abacaxi e coe.
Hibisco laranja e gengibre


Hibisco laranja e gengibre 


O hibisco tem efeito levemente laxante e diurético e auxilia na digestão. A laranja contribui com a vitamina C, um importante antioxidante. Já o gengibre tem ação anti-inflamatória e, servido gelado, reduz o desconforto provocado por náuseas.

Ingredientes

- 2 colheres de sopa de hibisco seco
- Suco de 1 laranja
- ½ colher de café de gengibre ralado

Modo de preparo: prepare a infusão com o hibisco e reserve. No liquidificador, adicione o chá, o suco de laranja e o gengibre.


Hibisco, limão e erva cidreira

Hibisco, limão e erva cidreira
 
 
Além de hidratar, como os demais suchás, é um potente antioxidante e diurético.


Ingredientes


- 250 ml de infusão de hibisco
- Suco de 1 limão
- 15 g de erva cidreira fresca e picada

Modo de preparo: Prepare a infusão com o hibisco e reserve. Em seguida, bata no liquidificador o chá, o suco de limão e a erva cidreira.



Chá branco, morango e hortelã

Chá branco, morango e hortelã 


Além de hidratar, é um potente antioxidante.


Ingredientes:

-250 ml de infusão de chá branco
- 6 morangos
- folhas frescas de hortelã a gosto

Modo de preparo: Depois de preparar a infusão, misture no liquidificador o chá branco, os morangos, as folhas de hortelã e bate

Clareamento Dental...



Você sabia que o clareamento dental não é indicado para todas as pessoas? E que existem hábitos que podem manter sorriso branco por mais tempo?  Veja essas e outras informações explicadas pelos especialistas Bruno Lippmann, consultor técnico da FGM, empresa especializada em soluções para clareamento, e Marcelo Kyrillos, do Ateliê Oral, parceiro de Close Up.

Nem todas as pessoas podem fazer clareamento.

Verdade. O procedimento tem algumas contraindicações: gestantes, lactantes e menores de 15 anos não podem se submeter ao tratamento.
A técnica causa sensibilidade

A técnica causa sensibilidade.

Meia verdade. Para isso não acontecer, os dentes devem estar sem cáries, as gengivas livres de infecções e o método deve ser realizado da maneira correta, sempre com acompanhamento médico. Como o gel clareador remove os pigmentos dos dentes, muitos pacientes sentem incômodo durante a aplicação. Porém, produtos inovadores evitam esse efeito colateral.

Tecnologia a laser aumenta a sensibilidade.

Verdade. Isso acontece porque é usado gel clareador mais consistente e uma fonte de calor para ativá-lo.

Cremes dentais e enxaguantes que prometem o clareamento realmente funcionam.

Verdade. Eles removem manchas externas para uma limpeza superficial do esmalte dental. Isso acontece por causa da maior capacidade abrasiva, na comparação com produtos convencionais, sem afetar os dentes.  A diferença é que o tratamento realizado em consultório garante o clareamento externo e interno, pois ultrapassa a camada de esmalte e atinge a dentina.

A escova com fita de titânio é uma boa opção para quem fez clareamento.

Verdade. Segundo Marcelo, escovas como a Close Up Diamond Attraction têm lâmina branqueadora com perlita, material usado por dentistas para polir os dentes e que também ajuda a remover as manchas externas.

Bebidas como café e refrigerantes de cola devem ser evitadas depois do procedimento.

Verdade. Durante o tratamento, os dentes ficam mais porosos e podem absorver corantes dos alimentos e do cigarro. O ideal é não consumir corantes nas primeiras quatro horas e, depois disso, enxaguar ou escovar a boca depois de ingeri-los.


Apenas a escovação, com uso do fio dental, é suficiente para ter dentes brancos.

Apenas a escovação, com uso do fio dental, é suficiente para ter dentes brancos. 

Verdade. A higiene oral adequada é suficiente para manter a saúde e a beleza do sorriso. Contudo, a ingestão de alimentos com corantes provoca escurecimento. Assim, para manter um sorriso branco por mais tempo, cuide da dieta e da higiene!




A longo prazo, o clareamento pode ser prejudicial à saúde dos dentes.  

Mito. A desmineralização superficial e temporária do esmalte é compensada pelo organismo após alguns dias, mas o excesso é prejudicial. Feito a cada quatro ou cinco anos, com acompanhamento médico, não há problema.

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sexta-feira, 11 de abril de 2014


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Sinais de Infarto...

Dez sinais de que você pode estar
sofrendo um infarto

Por iG São Paulo |
Texto

Dor no peito, tontura, falta de ar e náuseas são alguns dos sinais que avisam que você deve imediatamente correr para o hospital

Também chamado de ataque cardíaco, o infarto acontece quando os vasos sanguíneos que fornecem sangue ao coração ficam bloqueados, impedindo que chegue oxigênio suficiente ao órgão. O músculo cardíaco morre ou fica danificado permanentemente.
Esse bloqueio do sangue e oxigênio acontecem tanto por conta dos hábitos ruins que a pessoa cultivou durante a vida - como fumar, beber, não fazer atividade física e ter colesterol nas alturas, como também em uma situação de estresse agudo, em que as artérias do coração, mesmo sem nenhum depósito de gorduras, acabam se contraindo e impedindo a passagem do líquido vital cheio de oxigênio.
Confira quais são os sinais que antecedem um infarto e que servem de aviso que é preciso correr para um hospital. Lembre-se: quanto mais rápido a pessoa for socorrida, maiores as chances de sobrevivência.
Dor no peito: sIntoma clássico, a dor também pode irradiar-se para o lado esquerdo do corpo e ombro, além das mandíbulas. É uma dor de pressão no peito. Foto: Thinkstock/Getty Images
1/10
O cardiologista do Hospital TotalCor, Antônio Calvilho Junior, explica que a dor no peito é um dos sintomas mais comuns. "Os pacientes relatam como uma pressão no peito, como se um elefante estivesse pisando sobre eles", explica. E essa dor pode se irradiar para o braço esquerdo, chegando até o pulso, e também subir até o pescoço ou descer até o estômago, provocando náuseas.
Calvilho explica que, naqueles casos em que as pessoas acabam morrendo dormindo, sem sentir nada, a maioria das mortes acontece por conta de arritmias cardíacas, que precedem o infarto. A arritmia cardíaca provoca uma parada cardiorrespiratória, que é fatal.
Algumas pessoas, como alguns idosos e mulheres, podem não sentir dor alguma no peito - e estarem infartando, explica o cardiologista. "Às vezes o infarto é silencioso e de forma atípica, manifestando a parada cardíaca

Mulheres estressadas tem 29% menos de chances de engravidar...


Pesquisa mostrou que quantidade da enzima alfa-amilase, ligada ao estresse, é indicador para dificuldade de engravidar


Thinkstock/Getty Images
Manter uma vida mais tranquila aumenta as chances de gravidez. Mulheres estressadas têm 29% menos de chance de engravidar, segundo estudo da Universidade de Ohio, nos EUA

O que na vida não é causado ou agravado pelo estresse? E, dia após dia, a lista só cresce. Desta vez, um estudo feito pela Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, revelou que as mulheres que apresentavam taxas mais altas de alfa-amilase, uma enzima relacionada ao estresse, tinham 29% menos de chance de engravidar do que aquelas que tinham essa substância sob controle.
Os pesquisados acompanharam 401 casais que queriam engravidar ao longo de 12 meses, tempo necessário para poder considerar que uma pessoa é infértil. E o resultado veio: aquelas mulheres que tinham doses altas de alfa-amilase na saliva, que reflete um dia a dia estressante, foram consideradas inférteis.
Leia mais: Conheça a dieta da fertilidade
Para a ginecologista e diretora médica do Vida, Centro de Fertilidade da Rede D’Or, Maria Cecília Erthal, já era sabido que o estresse tem um impacto significativo quando a mulher quer engravidar. “Depois que a mulher entrou no mercado de trabalho e passou a ser mais cobrada, a realidade do estresse aumentou. Antes, eram só os homens que morriam mais por conta de infartos, mas hoje muitos e muitos casos atingem as mulheres também. E, aos poucos, foi se observando esse efeito do estresse sobre a fertilidade”, explica a médica.
Prova: Descubra seu nível de estresse
A palavra estresse está muito popularizada, e, muitas vezes, as pessoas desconsideram que a situação é séria. Pessoa estressada é uma pessoa que, por inúmeras situações de pressão ou preocupação, tem liberação constante do hormônio cortisol, que causa danos sérios ao organismo. O estresse crônico pode, além de impedir uma mulher de ser mãe, levar uma pessoa a adoecer, como, por exemplo, sofrer AVC, infartos, gastrites, problemas no rim ou fígado. E a enzima alfa-amilase é uma indicação de que esse hormônio está alto no organismo.
Para Maria Cecília, a melhor coisa a fazer é aprender a diminuir o estresse e lidar com ele. E, no caso de quem está tentando engravidar e não consegue, é preciso muito cuidado para que essa espera não gere ainda mais estresse. “Muitas mulheres se sentem mal por não conseguir gerar um filho de forma espontânea, às vezes, para elas, é pior do que receber a notícia de uma doença. Elas se sentem incapazes de uma coisa básica, e se cobram muito. Mas a culpa da infertilidade não é de ninguém, elas têm que passar essa responsabilidade para a especialista em reprodução”, acalma a médica

CURIOSIDADES DO PLANETA TERRA...

O Planeta Terra... Por mais que saibamos sempre haverá algo mais a saber. Mas interessante mesmo é nos depararmos com curiosidades que as vezes nos parecem tão óbvias, só que nunca ocorreu de antes repararmos sobre aquilo. Por exemplo: o Everest é o ponto mais alto da terra, mas não é nem de longe a montanha mais alta. Confuso? Confira: 20. A Terra é mais lisa que uma bola de bilhar É possível que você já tenha ouvido a afirmação de que se a Terra fosse reduzida ao tamanho de uma bola de bilhar seria inclusive mais lisa que esta.Uma bola de bilhar tem aproximadamente 5.7 cm de diâmetro com um desvio de +/- 0.01 cm. Tendo em conta que a Terra tem um diâmetro de 12.735 quilômetros, e sem contar mares e montanhas, poderia ser dito que nosso planeta é bastante liso.Mas o mais surpreendente é que ainda contando com o ponto mais alto, Everest (8.850 m), e o mais profundo a fossa das Marianas, -11.000m), os parâmetros da Terra estariam dentro do aceitável para uma bola de bilhar, assim que por sua vez a lenda urbana é verdadeira. 19. A Terra é abaulada Muito bem, a Terra é lisa, mas é suficientemente redonda? Como todos sabem, nosso planeta não é uma esfera perfeita, e isso se deve a seu próprio movimento giratório. A força centrífuga provoca que o planeta se curve ligeiramente em forma de esferóide oblato, de maneira que se medirmos o diâmetro entre os polos e o compararmos com o diâmetro do Equador, obtém-se uma diferença de 42,6 quilômetros. E isso é muito mais do que admitiríamos para uma bola de bilhar. 18. A Terra não é tão abaulada No entanto, dizer que a Terra é um esferóide oblato pode ser um exagero. Para definir sua forma devemos levar em conta as forças gravitacionais do Sol e da Lua.Nosso satélite, por exemplo, é capaz de elevar até um metro o nível do mar e “é possível” que uns 30 centímetros de terra firme. Esta força é muito menos potente que a da rotação da Terra, mas segue existindo.Outras forças que atuam sobre nosso planeta são a pressão causada pelo peso dos continentes ou a elevação que provocam as placas tectônicas, mas em resumo, ainda que não seja uma esfera perfeita, se a segurássemos numa mão como se fosse uma bola de bilhar, dificilmente perceberíamos a diferença. 17. A Terra também não é exatamente um geóide Se concluímos que a Terra é um objeto com forma “quase esférica ainda que com um ligeiro achatamento em seus pólos”, então deveríamos afirmar sem medo que se trata de um geóide. Mas também não é. Ao menos exatamente.Se nosso planeta estivesse completamente coberto por água, o que não demorará muito a acontecer do jeito que vamos, então a superfície seria um geóide. Mas como os continentes não são tão dúcteis, a forma da Terra só se aproxima ao de um geóide.Para solucionar este assunto, entre outros, foi enviado ao espaço um satélite chamado GOCE que explorará as forças gravitacionais e a forma do planeta. 16. Que aconteceria se saltássemos num buraco que atravessasse o planeta pelo núcleo? Morreríamos, evidentemente. Mas vamos supor que fossemos feitos de algum material mágico que nos permitisse sobreviver à queda de 13.000 km, demoraríamos 20 minutos em chegar ao interior da Terra e outros 20 minutos em chegar ao exterior pelo outro extremo.O problema é que antes de chegarmos à superfície voltaríamos a cair, e esta viagem de ida e volta se repetiria uma e outra vez durante toda a eternidade. 15. Por que o interior da Terra é quente? A primeira fonte de calor remonta-se à formação de nosso planeta: o choque dos primeiros planetas teria provocado uma quantidade de energia suficiente para transformar nossa incipiente Terra numa bola de fogo. A contração provocada pela gravidade teria gerado um segundo aumento da temperatura, ao que há que somar o deslocamento dos metais mais pesados para o núcleo e a presença de elementos radioativos, como o urânio.Sem esquecer, ademais, que a crosta terrestre é um excelente isolante, capaz de conservar o calor durante os últimos 4 bilhões de anos. 14. A Terra tem ao menos cinco satélites naturais Bom, em realidade não. Além da Lua, há outros quatro objetos, ao menos, que têm sua órbita relacionada à da Terra no sistema solar, mas não são propriamente satélites.O maior de todos estes objetos, Cruithne, tem 5 quilômetros de diâmetro e traça uma órbita realmente estranha desde nosso ponto de vista. Este asteróide, como os outros três, órbita em realidade ao redor do Sol e, de acordo com a Wikipédia, “compartilha a órbita da Terra de maneira não estável, isto é, não será assim para sempre, com um movimento tal que impede que se choque contra ela, ao menos nos próximos milhões de anos”. Melhor bater 3 vezes na madeira. 13. A Terra está engordando Em sua viagem ao redor do Sol, nosso planeta está levando adiante ingentes quantidades de lixo estelar, desde pequenos asteróides até o pó cósmico que vemos cruzar o céu nas noites de verão.Ao todo, a cada dia caem a nosso planeta de 20 a 40 toneladas deste material, suficiente para encher um edifício de seis andares ao longo de um ano.Esta quantidade representa só o 0.0000000000000000006% da massa de nosso planeta e seriam necessários 450.000 trilhões de anos para dobrar a massa da Terra deste modo.Apesar de que é pouco, e de que a atmosfera também perde massa por sua vez, o balanço é positivo para a Terra e podemos dizer que ela está, a cada dia, mais gordinha. 12. O monte Everest não é a montanha mais alta Se medimos a altura de uma montanha em termos mais justos, os 8.850 metros do Everest não bastariam para creditar-lhe como o maior do planeta, dado que o vulcão Mauna Kea, no Hawai, mede 10.314 metros desde sua base, nas profundidades marinhas, até o cume.Só sobressai 4.205 metros sobre o nível do mar, mas se considerarmos o todo é bem maior que o Everest e ademais tem um observatório em seu cume. 11. Destruir a Terra é bastante complicado O que seria necessário para vaporizar um planeta como a Terra? Se definimos vaporizar como transformar em pedaços tão pequenos que se dispersem e não possam se unir de novo pela gravidade, a quantidade de energia necessária seria descomunal. Se quiséssemos desintegrar a Terra mediante bombas nucleares, por exemplo, seria necessário um grande arsenal e um montão de tempo. Se explodíssemos todas as bombas nucleares existentes em nosso planeta a cada segundo, levaria 160 mil anos para converter a Terra numa nuvem de gás no espaço.Inclusive as grandes colisões estelares não bastam para desmaterializar um planeta. A Terra recebeu o impacto de um objeto do tamanho de Marte há vários milhões de anos e o lixo resultante formou a Lua, mas não nos apagou do mapa. É por isto que o raio da Estrela da Morte em Star Wars não é ficção científica, senão simples fantasia. A quantidade de energia necessária para desintegrar um planeta é muito elevada, inclusive para o Lado Negro da Força. Novas tecnologias, estudos mais aprofundados permitem aos cientistas brindar-nos com novas curiosidades relacionadas ao planeta em que vivemos. Pode parecer bobagem saber que determinado fenômeno irá acontecer daqui a 10 mil anos, mas o que resulta extremamente interessante é saber que tal fenômeno existe. ( Obs:. Esse item desconsidera a existência de Goku). 10. A gravidade não é uniforme Ainda que os cientistas desconheçam o motivo, o verdadeiro é que a força gravitacional varia à medida que nos deslocamos pelo planeta, de maneira que nosso peso não é objetivamente o mesmo no Brasil e em Portugal, por exemplo. Crê-se que as causas podem estar relacionadas às profundas estruturas subterrâneas e ter alguma relação com a aparência da Terra num passado longínquo. Atualmente, dois satélites gêmeos do programa GRACE escrutam meticulosamente o planeta para elaborar um mapa gravitacional mais detalhado. 9. A atmosfera foge Algumas moléculas situadas no limite da atmosfera terrestre incrementam sua velocidade até o limite que lhes permite escapar da força gravitacional do planeta. O resultado é uma lenta, mas constante fuga do conteúdo de nossa atmosfera para o espaço exterior. Devido a seu menor peso atômico, os átomos soltos de hidrogênio atingem sua velocidade de escape com mais facilidade e sua saída para o espaço é a mais freqüente. Felizmente para a vida em nosso planeta, o abundante oxigênio preserva a maior parte do hidrogênio bloqueando-o em moléculas de água e o campo magnético da Terra protege o planeta da fuga de íons. 8. A rotação não é constante A velocidade com que a Terra gira sobre seu próprio eixo não é constante, senão que sofre pequenas alterações que fazem variar a duração de nossos dias. Mediante a sincronização de diferentes radiotelescópios desde diferentes latitudes, e graças aos modernos sistemas de GPS, os cientistas conseguiram medir com precisão estas pequenas variações na velocidade de rotação e constataram que a maior delas se produz entre os meses de janeiro e fevereiro, quando os dias são mais longos por uns poucos milésimos de segundo. Esta variação deve-se à interação gravitacional da Terra e a Lua, mas também pela forte atividade da atmosfera no hemisfério norte e a fenômenos meteorológicos como “El Niño”. Por pôr um exemplo, alguns experientes acham que a tsunami da Indonésia reduziu a duração do dia em 2,68 milionésimos de segundo. 7. Os cintos de Van Allen Ao redor da Terra existem zonas de alta radiação – uma interior e outra exterior – denominadas cinturões de Van Allen (em honra ao seu descobridor) e situadas a uma altura de 3.000 e 22.000 km sobre o equador. Estes cinturões são formados por partículas de alta energia, sobretudo prótons e elétrons, cuja origem esteja provavelmente nas interações do vento solar e dos raios cósmicos com os átomos constituintes da atmosfera. A potência da radiação é tal que os cinturões são evitados pelas missões espaciais tripuladas, dado que poderiam aumentar o risco de câncer dos astronautas e prejudicar gravemente os dispositivos eletrônicos. Em 1962, os cinturões de Van Allen foram alterados pelos testes nucleares dos EUA no espaço o que provocou que vários satélites ficassem de imediato fora de serviço. 6. A Terra e a Lua distanciam-se Desde há vários milhões de anos que a Lua está se afastando da Terra a um ritmo lento, mas constante. Os cientistas calculam que a taxa de afastamento é de uns 3,8 centímetros ao ano, o que em longo prazo chegará a levar a Lua até uma distância crítica. No entanto, os astrônomos acham que dentro de 5 bilhões de anos, quando o Sol se converterá numa gigante e vermelha atmosfera em expansão, provocará que o processo se reverta. A Lua voltará a aproximar-se da Terra e acabará por se desintegrar ao superar o denominado limite de Roche (18.470 quilômetros sobre nosso planeta) explodindo em mil pedaços e formando um espetacular anel, como o de Saturno, ao redor da Terra. 5. Marés na atmosfera Ainda que o efeito seja quase inapreciável, uma variação de parcos 100 microbares, os cientistas comprovaram mediante detalhadas medições estatísticas que a força da Lua não só desloca os mares e a terra senão também a massa de ar que rodeia nosso planeta. Ainda que o movimento seja tão pequeno que mal supõe 0,01 por cento da pressão normal na superfície, o dado revela que o poder gravitacional da Lua é capaz de mudar muita coisa. 4. Um estranho “bamboleo” O denominado “bamboleo de Chandler” é o único movimento da Terra para o qual ainda não existe uma explicação convincente. Descoberto em 1891 pelo astrônomo Seth Carlo Chandler, trata-se de uma variação irregular no eixo de rotação da Terra que provoca um deslocamento circular entre 3 e 15 metros ao ano nos pólos terrestres. Sobre este movimento foram lançadas todo tipo de teorias, inclusive que causa o movimento das placas tectônicas, terremotos e erupções. Ou ainda que detona fenômenos como “El Niño” ou o aquecimento global. Em julho do ano 2000, uma equipe de cientistas estadunidenses anunciou que a causa do bamboleio estava nas flutuações de pressões no fundo do oceano. Segundo esta teoria, este movimento no fundo dos mares mudaria a pressão exercida sobre a superfície terrestre, e provocaria o estranho bamboleio dos pólos. Suas teorias ficaram no ar após que entre janeiro e fevereiro de 2006 laboratórios de todo mundo comprovassem que o movimento tinha cessado por completo, numa anomalia que ainda não souberam explicar. 3. A Terra é um grande circuito elétrico Perfeitamente localizados a ambos lados do equador, a Terra dispõe de oito circuitos fechados de corrente elétrica que permitem a troca de carga entre a atmosfera e a superfície através de fluxos verticais. Em condições de bom tempo, os cientistas observaram um fluxo de carga positivo que se move desde a atmosfera para a Terra por causa da carga negativa de nosso planeta. Depois de anos de observação do comportamento das tormentas e as variações na ionosfera, a hipótese preferida hoje pelos cientistas é que este fluxo descendente de corrente positiva é contrária aos elétrons que são tranferidos à Terra durante as tormentas. Mesmo assim, ainda falta uma explicação plausível com relação a forma em que as variações na ionosfera afetam à formação de tormentas. 2. Toneladas de material cósmico caem a cada ano da atmosfera Segundo dados do space.com, a quantidade de pó cósmico que cai a cada ano na Terra supera as 30 mil toneladas. A maior parte deste material procede do cinturão de asteróides situado entre Marte e Júpiter. Os fragmentos provem dos constantes choques entre asteróides e são arrastados para o interior do sistema solar. Uma boa quantidade deles estão entrando permanentemente em nossa atmosfera. 1. Os pólos magnéticos da Terra mudam constantemente de lugar O campo magnético da Terra varia no curso de eras geológicas, é o que se denomina variação secular. Durante os últimos cinco milhões de anos efetuaram-se mais de vinte mudanças e a mais recente foi há 700 mil anos.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

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