A felicidade esta dentro de você, saiba descobrir e usa-la para a felicidade de quem esta a sua volta!!!
terça-feira, 8 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
domingo, 23 de março de 2014
O Bope ocupa Complexo da Maré no Rio...
Após ataques a UPPs, Bope ocupa Complexo da Maré no Rio
Comunidades Parque União e Nova Holanda foram ocupadas pela tropa de elite da Polícia Militar; não houve registro de confronto durante a operação

Paula BianchiDireto do Rio de Janeiro
Depois da série de ataques a Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) no Rio de Janeiro nos últimos dias, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) passou a ocupar as comunidades Parque União e Nova Holanda, no Conjunto de Favelas da Maré, na zona norte do Rio. O batalhão está na comunidade desde a noite de sexta-feira, conforme a assessoria da corporação.
As operações policiais ocorrem também em outros pontos da zona norte. No Morro do Juramento, policiais militares do 41º Batalhão (Irajá) fazem buscas e, no Juramentinho, há uma operação da Polícia Civil. No morro do Chapadão, o Batalhão de Choque da PM faz uma operação de busca.
Hoje pela manhã foram apreendidos 7 quilos de maconha e 2 quilos de cocaína no Parque União. O Bope já ocupa desde o último sábado (15) o Complexo de Favelas do Alemão. A ação faz eco ao ataque contra bases de UPPs ontem, nas comunidades de Manguinhos e Lins de Vasconcelos. Na ação dos criminosos, contêineres da UPP do Mandela foram incendiados e o comandante da UPP de Manguinhos, capitão Gabriel Toledo, foi atingido por um tiro na perna direita. Outro militar foi atingido por uma pedrada na cabeça e, na semana passada, o subcomandante da UPP da Vila Cruzeiro, Leidson Acácio, foi baleado na testa ao ser cercado por um grupo de criminosos. Ele chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Todos os policiais militares do Rio estão de prontidão por tempo indeterminado. Os agentes que estão de serviço não vão sair em seus horários como de costume, e quem chega para o novo turno teve o expediente foi prorrogado. Além disso, o Comando da Polícia Militar cancelou as folgas. Dessa forma, o efetivo policial das 37 unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) já instaladas está dobrado.
Ontem, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, se reuniu com a presidente Dilma Rousseff, para pedir apoio de forças federais na segurança da capital. A ajuda será concedida, mas ainda não foi divulgado quando terá início.
RJ: após ataques, governo reforça policiamento em Manguinhos
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- O policiamento foi reforçado na manhã desta sexta-feira nas regiões das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) atacadas por bandidos, principalmente no Complexo de Manguinhos. A Avenida Leopoldo Bulhões ficou fechada por quase seis horas e os moradores da comunidade passaram 12 horas sem luz Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Após os seguidos ataques a unidades de Polícia Pacificadora em comunidades do Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral afirmou na madrugada desta sexta-feira que iria solicitar à Presidência da República o apoio de Forças Federais para conter a onda de violência nesses locais Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Na quinta-feira, o comandante da UPP Manguinhos, na zona norte da capital fluminense, capitão Gabriel Toledo, foi ferido na perna direita durante uma manifestação contra a desocupação de um prédio ao lado da Distribuidora de Suprimentos Disup, para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na avenida Leopoldo Bulhões Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Moradores da comunidade de Manguinhos retomam rotina após ataques Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Moradores da comunidade de Manguinhos retomam rotina após ataques Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O policiamento seguia reforçado na manhã desta sexta-feira nas regiões com unidades de Polícia Pacificadora que foram atacadas por bandidos Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O policiamento seguia reforçado na manhã desta sexta-feira nas regiões com unidades de Polícia Pacificadora que foram atacadas por bandidos Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O conflito começou por volta das 18h de quinta-feira, quando o comandante da UPP Manguinhos, na zona norte da capital fluminense, capitão Gabriel Toledo, foi ferido na perna direita durante uma manifestação contra a desocupação de um prédio ao lado da Distribuidora de Suprimentos Disup, para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na avenida Leopoldo Bulhões Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Segundo a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), durante o protesto, um policial foi atingido por uma pedra na cabeça e carros da polícia também foram atacados. A avenida Leopoldo Bulhões foi interditada pelos moradores com a queima de pneus e pedaços de madeira Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Moradora recolhe destroços em meio à deflagração do confronto entre policiais e bandidos no Rio de Janeiro Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O sistema de energia elétrica foi atingido pelo fogo e os moradores ficaram 12 horas sem luz Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O governador Sérgio Cabral está a caminho de Brasília onde deve se reunir com a presidente Dilma Rousseff para discutir os recentes episódios de violência nas unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio. Cabral, o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o secretário de Segurança José Mariano Beltrame vão pretendem propor um plano de segurança para o estado. Cabral adiantou que vai solicitar o apoio das forças federais Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O governador Sérgio Cabral está a caminho de Brasília onde deve se reunir com a presidente Dilma Rousseff para discutir os recentes episódios de violência nas unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio. Cabral, o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o secretário de Segurança José Mariano Beltrame vão pretendem propor um plano de segurança para o estado. Cabral adiantou que vai solicitar o apoio das forças federais Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O governador Sérgio Cabral está a caminho de Brasília onde deve se reunir com a presidente Dilma Rousseff para discutir os recentes episódios de violência nas unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio. Cabral, o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o secretário de Segurança José Mariano Beltrame vão pretendem propor um plano de segurança para o estado. Cabral adiantou que vai solicitar o apoio das forças federais Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O sistema de energia elétrica foi atingido pelo fogo e os moradores ficaram 12 horas sem luz Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O sistema de energia elétrica foi atingido pelo fogo e os moradores ficaram 12 horas sem luz Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O sistema de energia elétrica foi atingido pelo fogo e os moradores ficaram 12 horas sem luz Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Policial vigia rua no Rio de Janeiro; recrudescimento do conflito e pedido de ajuda federal Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Marca de bala em placa da UPP Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O sistema de energia elétrica foi atingido pelo fogo e os moradores ficaram 12 horas sem luz Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Policial vigia rua no Rio de Janeiro; recrudescimento do conflito e pedido de ajuda federal Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Uma moradora, que preferiu não se identificar, acompanhou de perto o ataque à Unidade de Polícia Pacificadora de Manguinhos e chegou a ajudar duas policiais militares que acabaram encurraladas depois que os contêineres em que está instalada a sede da polícia na região foram incendiados. Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Ela conta que estava na casa da mãe, em frente à UPP, no fim da tarde de ontem, quando um grupo de cerca de 50 pessoas passou correndo e atirando pedras e coquetéis molotovs contra a UPP e mandando que os moradores entrassem em casa Foto: Mauro Pimentel / Terra
- "Quebraram tudo, jogaram pedra, colocaram fogo. Foram para cima do contêiner, os policiais ficaram tentando segurar a porta, até que não conseguiram mais e o pessoal invadiu e colocou fogo", lembra. "Parecia um filme de ação." Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Da casa da mãe ela viu quando os contêineres começaram a pegar fogo e a polícia deixou o local. Com medo, duas PMs que estavam dentro da unidade fugiram para baixo da escada da casa da mãe da moradora. "Elas começaram a chorar dizendo que iam morrer. Tentamos ajudar, acalmar elas", diz Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Depois, toda a comunidade ficou sem luz. Por conta do calor, a mulher conta que ela e vários vizinhos optaram por dormir em frente às casas Foto: Mauro Pimentel / Terra
- "Colocamos um tapete e um colchão no chão, me agarrei na minha filha de 7 anos e fiquei tentando dormir. Os outros vizinhos também foram para a rua, dentro de casa estava um forno. Os policiais ficavam passando, os helicópteros sobrevoando. Parecia uma cena de filme. Só meu marido não dormiu. Ficou sentado em uma cadeira cuidando da gente e olhando o que acontecia na rua", diz Foto: Mauro Pimentel / Terra
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O policiamento foi reforçado na manhã desta sexta-feira nas regiões das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) atacadas por bandidos, principalmente no Complexo de Manguinhos. A Avenida Leopoldo Bulhões ficou fechada por quase seis horas e os moradores da comunidade passaram 12 horas sem luz
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Favelas com UPP sofrem ataques no Rio em 2014...
Sete favelas com UPP sofreram ataques em 2014; 4 PMs morreram
Deste total, seis comunidades fazem parte de complexos de favelas.
Somente nos Conjuntos da Penha e Alemão, quatro PMs morreram
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Criminosos incendiaram os contêineres na favela do Mandela na noite desta quinta-feira (20). Dois policiais ficaram feridos, entre eles o comandante da UPP local, capitão Gabriel Toledo. Na comunidade Camarista Méier, no Conjunto de Favelas do Lins, homens armados atiraram contra a base da UPP. No fim de fevereiro, criminosos incendiaram um contêiner da favela do Gambá, no mesmo complexo.
Também em fevereiro, a soldado Alda Rafaela Castilho, da UPP Parque Proletário, no Conjunto de Favelas da Penha, Subúrbio do Rio, foi morta após ser baleada na barriga por criminosos, durante uma patrulha na Estrada José Rucas. No mesmo mês, o policial Wagner Vieira da Cruz, de 33 anos, foi baleado na cabeça, na Vila Cruzeiro, também no Conjunto de Favelas da Penha, e morreu. Já em março, o subcomandante da UPP local, Leidson Acácio Alves Silva, de 27 anos, foi morto durante um confronto entre policiais e criminosos.
O Conjunto de Favelas do Alemão teve registro de tiroteio na localidade chuveirinho, na favela Nova Brasília, na quinta-feira (20), mesma noite em que as UPPs do Mandela e Camarista Méier sofreram ataques. No dia 6 de março, na mesma comunidade, o PM Rodrigo Paes Leme, de 33 anos, foi baleado no peito durante uma patrulha.
Policiais da UPP Rocinha foram atacados a tiros na sexta-feira (14), um dia após a morte do subcomandante Leidson Alves. A comunidade é a única que sofreu ataques em 2014 que não pertence a um conjunto de favelas.
Reforço de tropas federais
Após os ataques de quinta-feira (20), o governo anunciou que vai enviar tropas federais para ajudar na segurança pública no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito pelo governador Sérgio Cabral (PMDB) e pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, após reunião com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.
O governador foi a Brasília na companhia do secretário de segurança do estado, José Mariano Beltrame, para pedir auxílio ao governo federal. O ministro e o governador não informaram quais serão as tropas federais que vão para o estado nem a quantidade de homens que serão enviados. De acordo com Cardozo, as informações são mantidas em sigilo por motivo de segurança.
"Que forças vão, onde vão atuar, como vão intervir, não vou responder. Questões de segurança pública são tratadas sigilosamente", afirmou o ministro
Governo do rio de Janeiro pede apoio Federal...
Governo do Rio de Janeiro pede apoio federal após ataques a UPPs
Governador e secretário de segurança viajaram a Brasília para se reunir com Dilma Rousseff

Sede da UPP de Manguinhos foi incendiada e postes caíram durante confronto Foto: ALE SILVA / FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, está reunido com a presidente Dilma Rousseff discutindo soluções para a crise na segurança pública do estado, que piorou após uma série de ataques a comunidades pacificadas. Na sexta-feira, houve ataques em três áreas com unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Em um dos confrontos, o comandante da UPP Manguinhos, capitão Gabriel Toledo, foi baleado na perna direita com um tiro de fuzil.
Cabral deve pedir a Dilma o envio de forças federais para conter os ataques em comunidades pacificadas. Também participam do encontro com a presidente o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, o secretário de Segurança do estado, José Mariano Beltrame, o chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Luís Castro de Menezes.
Segundo o governador, a decisão de solicitar reforço ao governo federal foi tomada junto com o comando da segurança pública do estado.
— O gabinete de crise se reuniu para fazer uma análise da situação da criminalidade, que tem como finalidade enfraquecer a política de pacificação. Estou indo nesta sexta-feira a Brasília me encontrar com a presidenta e os ministros das pastas afins para pedir ajuda. O Rio vai responder como sempre fez: unindo forças. A população pode ter certeza de que vamos responder — disse Cabral em nota divulgada da noite de ontem.
Antes de embarcar para Brasília, o governador disse que a segurança pública do Rio está em "alerta máximo" e que as polícias Civil e Militar estão de prontidão para garantir a segurança da população
Cabral deve pedir a Dilma o envio de forças federais para conter os ataques em comunidades pacificadas. Também participam do encontro com a presidente o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, o secretário de Segurança do estado, José Mariano Beltrame, o chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Luís Castro de Menezes.
Segundo o governador, a decisão de solicitar reforço ao governo federal foi tomada junto com o comando da segurança pública do estado.
— O gabinete de crise se reuniu para fazer uma análise da situação da criminalidade, que tem como finalidade enfraquecer a política de pacificação. Estou indo nesta sexta-feira a Brasília me encontrar com a presidenta e os ministros das pastas afins para pedir ajuda. O Rio vai responder como sempre fez: unindo forças. A população pode ter certeza de que vamos responder — disse Cabral em nota divulgada da noite de ontem.
Antes de embarcar para Brasília, o governador disse que a segurança pública do Rio está em "alerta máximo" e que as polícias Civil e Militar estão de prontidão para garantir a segurança da população
Rio de Janeiro em alerta máxima...
RJ está em alerta máximo contra novos ataques a UPPs
Três Unidades de Polícia Pacificadora foram atacadas na quinta-feira (20).
Cabral e Beltrame foram a Brasília pedir apoio das Forças Federais.
Do G1 Rio
305 comentários
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- Criminosos atacam UPPs em pontos distintos do Rio e PMs ficam feridos
- Famílias de policiais recém-formados no Rio estão com medo dos ataques
- Policial de UPP morre baleado em confronto no Complexo da Penha, Rio
- UPPs estão em 'regime de atenção total' após ataques, diz PM do RJ
O ministro e o governador não informaram quais serão as tropas federais que vão para o estado nem a quantidade de homens que serão enviados. De acordo com Cardozo, as informações são mantidas em sigilo por motivo de segurança.
"Que forças vão, onde vão atuar, como vão intervir, não vou responder. Questões de segurança pública são tratadas sigilosamente", afirmou o ministro.
A decisão de pedir ajuda foi tomada durante a madrugada, depois que as autoridades do estado se reuniram por mais de duas horas com o gabinete de crise, convocado em caráter de urgência após ataques em três áreas de UPPs na quinta. O mais grave deles aconteceu em Manguinhos, na Zona Norte, onde o comandante da UPP do Mandela foi baleado e a base da unidade ficou completamente incendiada. Outro PM levou uma pedrada na cabeça. Os dois foram socorridos e não correm risco de morte.
“Nós estamos todos em prontidão, com folga diminuída, ocupando espaços na cidade pra evitar que haja qualquer tipo de ameaça ao cidadão carioca, então nós estamos com força total nas ruas do rio de janeiro”, afirmou Beltrame.
'Vamos passar a vida resolvendo crises'
Terminada a reunião, o secretário de Segurança Pública do Rio fez severas críticas ao tratamento que se dá à segurança pública no Brasil. Beltrame qualificou como "arcaico" o sistema penal e prisional do país, falou sobre o problema do crescente uso de crack, a falta de controle das fronteiras, a maioridade penal e o uso de armas de fogo por parte da população civil.
"Se não discutirmos isso tudo de forma ampla, vamos passar a vida inteira resolvendo crises e não efetivamente resolvendo o problema da segurança pública", destacou o secretário.
Sem recuo
Antes da reunião com o gabinete de crise, o governador do Rio informou, por meio de nota, que não irá recuar. Segundo ele, esse tipo de atentado equivale a "uma tentativa da marginalidade de enfraquecer a política vitoriosa da pacificação, que retomou territórios historicamente ocupados pela bandidagem para o controle do poder público". De acordo com Cabral, o governo do estado mantém o firme compromisso assumido com as populações das comunidades e com a população de todo o estado do Rio de não sair, em hipótese alguma, desses locais ocupados e manter a política da pacificação".
'Alerta total'
O comandante das UPPs do Rio, coronel Frederico Caldas, disse em entrevista à GloboNews que a Polícia Militar está em estado de "alerta total" após os ataques a três comunidades com UPPs em pontos distintos da cidade – entre elas, duas sedes – na noite de quinta-feira. "A partir de agora, a gente entra em um regime de atenção total, de alerta total", afirmou Caldas.
Em Manguinhos, ocorreu o pior ataque. Criminosos atearam fogo à UPP Mandela, o que consumiu completamente os contêineres da unidade. O comandante da UPP, capitão Gabriel Toledo, foi baleado, e outro policial levou uma pedrada na cabeça. Tiros também foram registrados na UPP do Alemão.
"Na região de Manguinhos, a UPP Mandela teve os registros mais graves. O estado de saúde dele [capitão Gabriel Toledo] é muito bom. Ele foi baleado na perna com um tiro de pistola. Eu acabei de visitar o outro policial [atingido] que está com um ferimento na cabeça, alvo de uma pedra", completou Caldas.
O comandante das UPPs disse ainda que o policiamento foi reforçado em todas as bases dessas unidades no Rio e que a PM está "com uma mobilização grande para evitar que novas ações aconteçam".
"A gente está muito atento para evitar que aconteçam novas ações por parte de marginais. Não há dúvidas de que a gente vai retomar [o controle]. Não há a menor possibilidade de recuo na pacificação", concluiu Caldas
domingo, 16 de março de 2014
Casal é assassinado a tiros..
Casal é assassinado a tiros enquanto dormia em Itamaraju Compartilhe! window.___gcfg = {lang: 'en-US'}; (function(w, d, s) { function go(){ var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0], load = function(url, id) { if (d.getElementById(id)) {return;} js = d.createElement(s); js.src = url; js.id = id; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs); }; load('//connect.facebook.net/en/all.js#xfbml=1', 'fbjssdk'); load('https://apis.google.com/js/plusone.js', 'gplus1js'); load('//platform.twitter.com/widgets.js', 'tweetjs'); } if (w.addEventListener) { w.addEventListener("load", go, false); } else if (w.attachEvent) { w.attachEvent("onload",go); } }(window, document, 'script')); 14 de março de 2014 em Plantão Comentários desativados A dupla execução aconteceu na madrugada desta sexta-feira (14), no bairro Bela Vista, região leste de Itamaraju, quando João Antonio da Silva, mais conhecido por Joãozinho, de 36 anos e sua esposa Maria Conceição Gasparino de Paula, 28 anos, dormiam em um colchão na sala da casa em que moravam e foram surpreendidos por homens armados. Vizinhos ouviram diversos disparos e quando tiveram acesso ao interior do imóvel perceberam o casal morto em meio a muito sangue. No interior da residência ainda dormia em um dos dormitórios um filho do casal de apenas 4 anos de idade, esse que foi poupado pelos assassinos. Pouco tempo depois a Polícia Militar foi acionada por populares através do telefone 190, mas quando uma guarnição chegou ao local não havia muito o que fazer a não ser informar o crime às polícias Civil e Técnica. Segundo as primeiras investigações da Polícia Civil os assassinos chegaram por uma das portas da casa, arrombaram de maneira silenciosa, adentraram e efetuaram os disparos. Pela forma como os corpos foram encontrados, acredita-se que o casal morreu dormindo. As duas vítimas são integrantes de famílias bastante conhecidas em Itamaraju, inclusive João Antonio seria evangélico. Os peritos do DPT de Teixeira de Freitas deslocaram-se ao local do crime para realização da perícia.
Mãe acusada de mandar matar o filho...
Mãe acusada de mandar matar o filho é presa Compartilhe! window.___gcfg = {lang: 'en-US'}; (function(w, d, s) { function go(){ var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0], load = function(url, id) { if (d.getElementById(id)) {return;} js = d.createElement(s); js.src = url; js.id = id; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs); }; load('//connect.facebook.net/en/all.js#xfbml=1', 'fbjssdk'); load('https://apis.google.com/js/plusone.js', 'gplus1js'); load('//platform.twitter.com/widgets.js', 'tweetjs'); } if (w.addEventListener) { w.addEventListener("load", go, false); } else if (w.attachEvent) { w.attachEvent("onload",go); } }(window, document, 'script')); 14 de março de 2014 em Plantão Comentários desativados A suspeita de ter mandado um filho matar o outro no último domingo, dia 9, Nadja Carneiro Silva, de 65 anos, foi presa nesta sexta-feira (14), após ter se apresentado na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Feira de Santana. Segundo a Polícia Civil, o crime foi motivado por uma discussão na casa de familiares, no bairro Sítio Matias, por causa de uma garrafa de água que Rafael Silva Santos, 21 anos, assassinado logo em seguida, teria pegado. Rafael e a mãe começaram a discutir, quando Nadja pediu para o outro filho, Anúbio Silva Santos pegar uma faca e atacar o irmão no tórax. Rafael não resistiu aos ferimentos e morreu. A outra filha de Nadja foi na delegacia nesta sexta (14) e, durante interrogatório, disse que a mãe nunca gostou do irmão Rafael por ele ser negro e que, inclusive, o colocou em um orfanato quando criança para mantê-lo afastado. Na ocasião, ela confirmou a influência da mãe na execução de Rafael. A prisão de Nadja, como co-autora do crime, foi decretada pelo juíz Gustavo Hungria, titular da Vara de Execuções Penais de Feira de Santana. O filho Anúbio, responsável pelo assassinato, também deve responder por homicídio, mas continua foragido
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BR - 101, acidente grave entre quatro veiculos...
Acidente entre quatro veículos deixa mortos e fecha pistas da BR-101 Compartilhe! window.___gcfg = {lang: 'en-US'}; (function(w, d, s) { function go(){ var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0], load = function(url, id) { if (d.getElementById(id)) {return;} js = d.createElement(s); js.src = url; js.id = id; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs); }; load('//connect.facebook.net/en/all.js#xfbml=1', 'fbjssdk'); load('https://apis.google.com/js/plusone.js', 'gplus1js'); load('//platform.twitter.com/widgets.js', 'tweetjs'); } if (w.addEventListener) { w.addEventListener("load", go, false); } else if (w.attachEvent) { w.attachEvent("onload",go); } }(window, document, 'script')); 14 de março de 2014 em Plantão Comentários desativados Um acidente grave envolvendo quatro veículos na BR-101, trecho da cidade Governador Mangabeira, a cerca de 130 km de Salvador, deixou três mortos na manhã desta sexta-feira (14), segundo informações da Polícia Militar local. De acordo com a PM, um carro-forte de uma empresa de segurança, uma carreta, uma caçamba e um carro de passeio bateram por volta das 8h40. As circunstâncias e a causa da batida entre os quatro veículos ainda são desconhecidas. Segundo a PM, ao menos cinco pessoas foram socorridas pelo Samu com ferimentos para unidades de saúde em cidades próximas. Um dos mortos era ocupante da caçamba, que caiu em uma ribanceira. Outros dois estavam no carro-forte, informa a Polícia Militar. Por causa do acidente, o trânsito ficou bloqueado durante parte da manhã. Pouco antes das 11h, uma equipe do Corpo de Bombeiros lavava a pista, onde muito óleo ficou derramado, e o fluxo começou a ser normalizado neste horário. A carreta, que ficou atravessada na pista, foi retirada. Um longo congestionamento se formou nos dois sentidos da BR-101
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Em Teixeira de Freitas...
Um morto e outro baleado nesta madrugada no Tancredo Neves, em Teixeira de Freitas Compartilhe! window.___gcfg = {lang: 'en-US'}; (function(w, d, s) { function go(){ var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0], load = function(url, id) { if (d.getElementById(id)) {return;} js = d.createElement(s); js.src = url; js.id = id; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs); }; load('//connect.facebook.net/en/all.js#xfbml=1', 'fbjssdk'); load('https://apis.google.com/js/plusone.js', 'gplus1js'); load('//platform.twitter.com/widgets.js', 'tweetjs'); } if (w.addEventListener) { w.addEventListener("load", go, false); } else if (w.attachEvent) { w.attachEvent("onload",go); } }(window, document, 'script')); 00:0000:0001:48 15 de março de 2014 em Áudio, Plantão Comentários desativados Baixar Áudio Na madrugada deste sábado (15), por volta das 5h30, a Polícia Militar foi acionada pelo telefone 190, dando conta que acabara de ocorrer um tiroteio no bairro Tancredo Neves, um dos mais populosos de Teixeira de Freitas. Assim que os policiais chegaram ao local perceberam um homem morto e foram informados que um segundo tinha sido baleado. A vítima fatal foi identificada como Joel Lima de Oliveira, de 26 anos, morador do próprio bairro Tancredo Neves e o baleado foi Joelson Oliveira Rodrigues, de 25 anos, mais conhecido como Índio ou Baixinho, residente no bairro Luiz Eduardo Magalhães, esse que levou um tiro no peito, mas não corre risco de morrer. Segundo as primeiras informações levantadas pela polícia, os dois jovens bebiam numa calçada, quando elementos desconhecidos aproximaram-se a efetuaram vários disparos de arma de fogo. De acordo com o perito criminal Bruno Mello, responsável pela perícia no local do crime, Joel morreu instantaneamente com dois tiros em uma das pernas, outros dois no abdômen, um no pescoço e último nas costas. No local foi recolhido um projétil de calibre 38. Após a perícia o corpo foi removido ao IML para exames de necropsia. O delegado Manoel Andreeta, de plantão neste sábado (15) no Serviço de Investigação em Local de Crime (SILC), esteve no local e informou a imediata instauração de um inquérito policial para apurar motivação e autoria dos homicídios tentado e consumado
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sábado, 22 de fevereiro de 2014
sábado, 15 de fevereiro de 2014
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