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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Violência...

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BR-116. estrada da prostituição.




Jornal britânico: BR-116 é 'estrada do inferno' por prostituição infantil.

O jornal britânico Daily Mail chamou a BR-116 de "estrada do inferno" devido à prostituição infantil praticada às margens da principal rodovia do País. O periódico contou histórias de meninas que são forçadas a se prostituir desde a infância, com relatos de um jornalista britânico que mora no Brasil. Matt Roper percorreu a BR-116 "em estado de profundo choque" pelo que viu, e depois criou uma ONG para ajudar garotas nessa situação, a Meninadança.




O Daily Mail cobrou do Brasil uma atitude para acabar com o problema. "A atitude relaxada do Brasil sobre a prostituição atrai há tempos críticas internacionais - a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) estima que há 250 mil crianças na prostituição no País", escreveu o jornal. "E enquanto o Brasil se prepara para sediar a próxima Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016, a nação sul-americana está sob pressão para acabar com o crescente problema da prostituição infantil", disse o Daily Mail.

O jornal também criticou a impunidade dos responsáveis pelos abusos às adolescentes e crianças. "A lei brasileira determina que um adulto que submeta uma criança à prostituição ou à exploração sexual é punido com quatro a dez anos de prisão e multa, mas incontáveis vezes Roper se deparou com jovens garotas que contaram a ele que seus abusadores não haviam sido punidos.

BR!16. estrada da prostituição.



Jornal britânico: BR-116 é 'estrada do inferno' por prostituição infantil.

O jornal britânico Daily Mail chamou a BR-116 de "estrada do inferno" devido à prostituição infantil praticada às margens da principal rodovia do País. O periódico contou histórias de meninas que são forçadas a se prostituir desde a infância, com relatos de um jornalista britânico que mora no Brasil. Matt Roper percorreu a BR-116 "em estado de profundo choque" pelo que viu, e depois criou uma ONG para ajudar garotas nessa situação, a Meninadança.




O Daily Mail cobrou do Brasil uma atitude para acabar com o problema. "A atitude relaxada do Brasil sobre a prostituição atrai há tempos críticas internacionais - a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) estima que há 250 mil crianças na prostituição no País", escreveu o jornal. "E enquanto o Brasil se prepara para sediar a próxima Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016, a nação sul-americana está sob pressão para acabar com o crescente problema da prostituição infantil", disse o Daily Mail.

O jornal também criticou a impunidade dos responsáveis pelos abusos às adolescentes e crianças. "A lei brasileira determina que um adulto que submeta uma criança à prostituição ou à exploração sexual é punido com quatro a dez anos de prisão e multa, mas incontáveis vezes Roper se deparou com jovens garotas que contaram a ele que seus abusadores não haviam sido punidos.

Prostituição infantil...




Caminhoneiros apontam pontos de prostituição infantil nas estradas brasileiras
Pobreza, miséria e drogas, em primeiro lugar, e falta de estrutura familiar, logo a seguir, são as principais causas da prostituição infantil, apontadas por caminhoneiros do Brasil em pesquisa encomendada pela Confederação Nacional de Transportes (CNT), agora lançada em livro.
A pesquisa realizada pela empresa de análise e opinião de mercado Foco, de Florianópolis, ouviu 261 caminhoneiros, de 26 a 55 anos de idade, com 17,3 anos de trabalho, em média, um quarto deles com o Ensino Fundamental completo, e 86,5% país de família. Dos entrevistados, 90% ficam de 11 a 30 dias nas estradas. A média de ausência de casa é de 21,3 dias.
Do universo pesquisado, 38,5% apontaram pobreza, miséria e drogas como fatores que levam à prostituição infantil, informa o repórter Márcio de Morais, que apresentou resumo da pesquisa para o portal Congresso em Foco.
Mas 35% dos caminhoneiros ouvidos pela Foco assinalaram que, no caso da prostituição infantil, que o grupo familiar está desestruturado, deixando filhos sem orientação, limites e educação. Alguns pais obrigam e oferecem filhos à prostituição e dão péssimos exemplos em casa, disseram. 

A Foco constatou que em mais da metade dos pontos de prostituição ao longo da malha rodoviária federal brasileira de 72 mil quilômetros há a presença de crianças e adolescentes oferecendo o seu corpo – 53% são meninas e 27% meninos. Na região Norte, a presença de crianças nos locais de prostituição chega a 70%.
“Além de serem novas e bonitas, oferecem-se à prostituição, insinuam-se aos caminhoneiros e esses não resistem”, assinala o relatório. Os longos períodos longe de casa e o uso de drogas empurram ainda mais o caminhoneiro à prática sexual com crianças, afirmaram os entrevistados em algumas respostas.
Mas 97,3% dos caminhoneiros ouvidos na pesquisa indicaram que a prática sexual com crianças é crime. No entanto, apenas 14,9% deles disseram que delatariam um colega de profissão que admitisse ter feito sexo com criança, e 84% assinalaram que preferem uma posição de não-envolvimento.
Sexo com adolescentes, no entanto, tem a anuência da maioria dos entrevistados. Quanto mais a garota apresentar maturidade física – “ter corpo de mulher” – maior a tolerância.
Eles definiram o deslize sexual como “um momento de fraqueza” diante de uma garota nova e bonita, oferecendo-se por qualquer preço. Setenta por cento dos  caminhoneiros indicaram que adolescentes entram para a prostituição sem serem obrigadas. Essa avaliação é mais rigorosa com o sexo masculino: 97% consideraram que os garotos não são obrigados a se prostituir.
Também observaram que crianças e adolescentes que usam drogas encontram na prostituição uma fonte de renda alternativa e instantânea para sustentar o vício.
Estima-se que trafegam pelas estradas brasileiras mais de 2 milhões de caminhoneiros, 59,7% desse total são autônomos. O Brasil tem cerca de 62 milhões de pessoas com menos de 18 anos de idade. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que dos 73 milhões de brasileiros pobres, a metade – 37 milhões – sejam crianças e adolescentes

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Campanha Coração Azul...

Brasil impulsa enfrentamento ao tráfico de pessoas com pesquisa inédita e comitê local da campanha Coração Azul,

Foto: Isaac Amorim
Da esq. p/ dir.: Franzini, Abrão, Cardozo, Aurélio Rios, subprocurador-geral da República e Claire Healy, do ICMPD
Brasília, 22 de outubro de 2013 - Uma pesquisa inédita produzida pela Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça (SNJ/MJ), em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e o Centro Internacional de Desenvolvimento de Políticas de Migração (ICMPD, em inglês), revelou pela primeira vez detalhes sobre tráfico de pessoas nos 11 estados de fronteira do Brasil.
O Diagnóstico sobre Tráfico de Pessoas nas Áreas de Fronteira no Brasil mostra que pelo menos 475 pessoas, no período de 2005 a 2011, foram identificadas como vítimas do tráfico de pessoas. A maioria delas é de mulheres entre 18 e 29 anos e adolescentes.
O Ministro da Justiça Eduardo Cardozo participou do lançamento da pesquisa na última sexta-feira: "O tráfico de pessoas é um crime subterrâneo, que as vítimas têm vergonha de noticiar e suas famílias também. Por ser muito difícil de detectar, exige sofisticação nas ações de enfrentamento. A compreensão de um fenômeno como o tráfico de pessoas exige dados, levantamento de informações e pesquisa. Este diagnóstico permitirá reflexão e análise para melhorar as ações de prevenção e repressão desse crime que infelizmente ainda existe no século XXI", disse Cardozo.
Para o Representante do Escritório de Ligação e Parceria do UNODC no Brasil, Rafael Franzini, o diagnóstico fornece dados e informações que têm uma importância fundamental para o desenvolvimento, o planejamento e a avaliação de políticas públicas e de estratégias sustentáveis de enfrentamento ao tráfico de pessoas nas fronteiras brasileiras.
"Este relatório é uma prova concreta de que as ações tomadas pelo governo do Brasil para conseguir mais informações de melhor qualidade estão no caminho correto: nenhuma política pública, de qualquer caráter que seja, será sustentável sem dados nos quais se basear", afirmou Franzini. "Por isso, o UNODC publica e contribui para a publicação de relatórios sobre drogas, homicídios, tráfico de pessoas, enfim, sobre todos os componentes que precisamos conhecer para combater o crime organizado transnacional".
Durante o lançamento do diagnóstico, o Secretário Nacional de Justiça Paulo Abrão lembrou as principais ações realizadas pela SNJ em 2013 contra o tráfico de pessoas, entre elas a primeira pesquisa nacional que consolidou dados sobre o crime no Brasil, feita em parceria com o UNODC. Além disso, ele também destacou o lançamento da versão brasileira da campanha Coração Azul em maio, que contou com a presença do Diretor Executivo do UNODC, Yury Fedotov. Abrão ainda ressaltou que a campanha ganha um novo impulso a partir desta semana com a instalação de comitês locais, começando pelo estado do Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro instala primeiro comitê local de campanha contra tráfico de pessoas

O Rio de Janeiro instalou ontem o primeiro comitê local da campanha Coração Azul. O lançamento foi realizado na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e contou com a presença do Ministro da Justiça e do Secretário Nacional de Justiça, além da autora Glória Perez, que foi nomeada Presidente de Honra do comitê.
Durante o evento, Abrão afirmou que a campanha põe em prática um dos principais compromissos do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas: "O mais importante é sempre evitar o crime. A prevenção será estimulada com a campanha, para que as pessoas tomem consciência, denunciem e permitam ao Estado articular suas ações de repressão e de proteção às vítimas".

Diagnóstico traça retrato do tráfico de pessoas nas fronteiras brasileiras

O diagnóstico lançado revelou grande incidência de tráfico de pessoas para fins de trabalho escravo nos seguintes estados: Rio Grande do Sul, Paraná, Pará, Amazonas, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Tráfico para fins de exploração sexual foi identificado nos estados do Amapá, Pará, Roraima, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Rondônia e Santa Catarina são os dois estados onde casos foram identificados em números bem inferiores que nos outros.
Novas modalidades que até então não tinham sido mencionadas na literatura sobre o tráfico de pessoas no Brasil foram identificadas, como a exploração da mendicância e da servidão doméstica de crianças e adolescentes - meninas "adotivas", pessoas usadas como "mulas" para o transporte de substâncias ilícitas entorpecentes e adolescentes traficados para exploração em clubes de futebol.
O perfil da pessoa traficada é de homens e mulheres, travestis e transgêneros, crianças e adolescentes, em condição de vulnerabilidade, seja pelas condições socioeconômicas, seja pela presença de conflitos familiares, seja pela violência sofrida na família de origem. A pesquisa revelou a falta de conhecimento sobre o tráfico de pessoas indígenas que residem em regiões mais remotas e que migram de um estado para outro e de um país para outro com bastante intensidade, às vezes porque isso é uma característica da cultura de alguns grupos.


Homens, mulheres e mulheres transgêneros são recrutados, aliciados e convencidos de que terão uma vida melhor. Pagamentos são exigidos por transporte, alimentação e alojamento, e transformadas em dívidas a serem pagas com o sofrimento, a violência, a exploração e o medo de represálias, no caso de tentativa de fuga ou denúncia. Uma revelação preocupante da pesquisa foi que o tema do tráfico de pessoas, em geral, ainda não está nas agendas locais como uma prioridade.