Imagem Folheados

Imagem Folheados
Programa de afiliados, esta precisando de grana extra? venha conhecer as melhores formas de ganhar na Internet...

domingo, 17 de novembro de 2013

Marcas da destruição da floresta...

Marcas da destruição da floresta

Maior produtora de óleo de palma da Indonésia, Wilmar promove desmatamento e drástica redução da biodiversidade local.

Chamas em galhos de árvores secas em uma área de turfeiras com concessão para cultivo e exploração de óleo de palma, recentemente desmatada. © Ulet Ifansasti / Greenpeace

Marcas consagradas pelo mundo que compram óleo de palma da exportadora Wilmar Internacional tais como Oreo, Gillette e Clearasil estão fazendo de seus consumidores cúmplices involuntários na destruição de florestas da Indonésia e na extinção de espécies já ameaçadas como o tigre de Sumatra, revelou hoje o Greenpeace Internacional, com base em novas investigações realizadas.
Clique aqui para conferir o relatório na íntegra (em inglês).
"Como o maior ‘player’ do mundo no setor de óleo de palma, a Wilmar tem o poder de transformar a indústria. Mas até que a empresa se comprometa a adotar uma política de não-desmatamento, o seu comércio de óleo de palma com grandes marcas como a P & G, Mondelez e Reckitt Benckiser acaba tornando os consumidores finais em cúmplices involuntários na extinção dos 400 tigres de Sumatra remanescentes na Indonésia", disse Bustar Maitar, coordenador da Campanha de Florestas na indonésia.
O setor de óleo de palma é o maior vetor de desmatamento na Indonésia – e a grande maioria das florestas desmatadas em concessões para o seu cultivo e exploracão, entre 2009 e 2011 foram identificadas como habitat do Tigre de Sumatra. Estas plantações são a maior ameaça para a espécie, já que, somente áres concedidas para o cultivo ocupam um milhão de hectares que sempre serviram como habitat natural para os tigres.
O Greenpeace tem provas de que a Wilmar mantém em sua cadeia de custódia, relações comerciais com empresas que usam de práticas ilegais de desmatamento e incêndio intencionais, por exemplo. O relatório que expõe tais denúncias, também documenta plantações de dendezeiros ilegais dentro do Parque Nacional Tesso Nilo. As colheitas destas plantações foram rastreadas previamente e flagradas sendo levadas para as próprias fábricas da Wilmar. E continuam a alimentar a cadeia de fornecimento de óleo de palma da Indonésia.
Plantações de óleo de palma nestes moldes estão impulsionando a destruição não somente de um Parque Nacional, o qual mantém apenas um quarto de floresta de pé, mas a extinção da biodiversidade local e da qualidade de vida da população, de acordo com análise de mapeamento do Greenpeace.
Embora a empresa tenha se comprometido a preservar o alto valor de conservação (HCV, na sigla em inglês) para florestas e turfeiras em suas próprias concessões, estas áreas fornecem menos de 4% do óleo de palma negociado e refinado por ela, com o restante sendo produzido por fornecedores terceirizados. Portanto, a Wilmar não possui sistemas adequados que assegurem a rastreabilidade em suas cadeias de custódia.

Destruição das florestas...


O desmatamento gera, entre outras questões, a perda de biodiversidade e hábitat de muitas espécies
O desmatamento gera, entre outras questões, a perda de biodiversidade e hábitat de muitas espécies

Destruição das Florestas

A destruição das florestas acarretou grandes transformações, como redução da biodiversidade e alterações nos sistemas climáticos, pedológicos e hidrológicos.

                     
O desmatamento constitui uma prática relacionada à ocupação humana desde as primeiras formas de agrupamentos sedentários. A atividade agropecuária, condição básica para o desenvolvimento de qualquer tipo de sociedade, depende da retirada da mata nativa e do uso intensivo dos solos. Após as Grandes Navegações, a ocupação europeia nas Américas, África, Ásia e Oceania foi fundamentalmente predatória e só não realizou um extermínio ainda maior de áreas florestadas porque havia uma série de limitações técnicas.
A escala de desmatamento aumentou bastante após o surgimento das sociedades industriais. Na Europa, ainda no século XVIII, a expansão urbano-industrial associada à utilização do carvão mineral foi considerada o maior responsável pela redução das florestas do continente. A poluição formada pelas chuvas ácidas e a necessidade de povoar as áreas interioranas tornaram a Europa o continente que mais devastou suas florestas originais. Existem algumas áreas esparsas repletas de formações secundárias, isto é, tipos de vegetação que ocorrem em fases de regeneração de espécies vegetais, como os maquis e os garrigues na Europa Mediterrânea.
Em países subdesenvolvidos e de clima predominante tropical, as florestas começaram a serem retiradas para a extração da madeira, especiarias e, posteriormente, para a produção latifundiária, pois as monoculturas tropicais exigiam grandes extensões de suas plantações para poder atender às demandas externas. A agroexportação realizada através das plantations ainda representa o pilar da economia dos países subdesenvolvidos e até mesmo nos países emergentes como o Brasil, onde o agronegócio da soja e a exportação do minério de ferro respondem por aproximadamente 25% do valor de nossas exportações.
A organização internacional UNEP – sigla em inglês para Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente – descreve que as florestas cobrem 31% da superfície terrestre e abrigam 80% da biodiversidade do planeta.
As florestas primárias, que ainda não sofreram a ação antrópica, contabilizam 36% do total das áreas florestadas. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a mata nativa brasileira mais devastada é a Mata Atlântica (88% da cobertura original destruída). Em seguida, aparecem a Caatinga e o Pampa (54%), o Cerrado (49%), a Amazônia (20%) e o Pantanal (15%).
Em 2011, as Nações Unidas organizaram o Ano Internacional de Florestas. Um relatório apresentado pela instituição apontou a Mata Atlântica como a quinta floresta mais ameaçada do mundo. As florestas da Índia e de Mianmar aparecem na primeira colocação, restando apenas 5% da cobertura original. Na Oceania, uma área na Nova Zelândia também possui 5% de cobertura original preservada. Em situação crítica, restando 7%, estão uma área nas Filipinas e outra situada entre Indonésia, Malásia e Brunei.

Violência no Brasil, outro olhar...

Violência no Brasil, outro olhar

                    

A repressão controlada e a polícia têm um papel crucial no controle da criminalidade
A violência se manifesta por meio da tirania, da opressão e do abuso da força. Ocorre do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer. Existem diversas formas de violência, tais como as guerras, conflitos étnico-religiosos e banditismo.
A violência, em seus mais variados contornos, é um fenômeno histórico na constituição da sociedade brasileira. A escravidão (primeiro com os índios e depois, e especialmente, com a mão de obra africana), a colonização mercantilista, o coronelismo, as oligarquias antes e depois da independência, somados a um Estado caracterizado pelo autoritarismo burocrático, contribuíram enormemente para o aumento da violência que atravessa a história do Brasil.
Diversos fatores colaboram para aumentar a violência, tais como a urbanização acelerada, que traz um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e assim contribui para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades. Colaboram também para o aumento da violência as fortes aspirações de consumo, em parte frustradas pelas dificuldades de inserção no mercado de trabalho.
Por outro lado, o poder público, especialmente no Brasil, tem se mostrado incapaz de enfrentar essa calamidade social. Pior que tudo isso é constatar que a violência existe com a conivência de grupos das polícias, representantes do Legislativo de todos os níveis e, inclusive, de autoridades do poder judiciário. A corrupção, uma das piores chagas brasileiras, está associada à violência, uma aumentando a outra, faces da mesma moeda.
As causas da violência são associadas, em parte, a problemas sociais como miséria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança, contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência.
A violência se apresenta nas mais diversas configurações e pode ser caracterizada como violência contra a mulher, a criança, o idoso, violência sexual, política, violência psicológica, física, verbal, dentre outras.
Em um Estado democrático, a repressão controlada e a polícia têm um papel crucial no controle da criminalidade. Porém, essa repressão controlada deve ser simultaneamente apoiada e vigiada pela sociedade civil.
Conforme sustenta o antropólogo e ex-Secretário Nacional de Segurança Pública , Luiz Eduardo Soares: "Temos de conceber, divulgar, defender e implantar uma política de segurança pública, sem prejuízo da preservação de nossos compromissos históricos com a defesa de políticas econômico-sociais. Os dois não são contraditórios" .

Protestos no país: A revolta da nova geração

  • Polícia militar confronta manifestantes em Brasília, a exemplo do que ocorreu em diversas cidades e capitais do país Polícia militar confronta manifestantes em Brasília, a exemplo do que ocorreu em diversas cidades e capitais do país
Uma série de protestos motivados pelo preço da passagem de ônibus espalhou-se pelas principais metrópoles brasileiras e adquiriu repercussão internacional. O movimento já é o maior das últimas duas décadas e forçou autoridades estaduais e municipais a dialogarem com os revoltosos.
Após duas semanas de passeatas e tumultos, os governos de São Paulo e de outras capitais recuaram e anunciaram a redução do valor das tarifas. Mas líderes dos manifestantes disseram que continuarão nas ruas, reivindicando mais qualidade no transporte público.
O movimento se caracteriza por ser jovem e apartidário. Ele pede melhorias na prestação de serviços públicos, um direito do cidadão. Milhares de pessoas participam de passeatas que, apesar de atos de vandalismo, conquistaram o apoio da população e de lideranças políticas.

sábado, 16 de novembro de 2013

A vida...

A vida,

Viver é um jogo, ser feliz é um desafio, mas se bem pensarmos é tão fácil ser feliz, devemos entender que a felicidade não é plena, e talvez se fosse talvez seria chato, a felicidade é feita de momentos, um momento hoje outro a manhã, e o que torna a felicidade mais gostosa é por no meio de momentos felizes existir os infelizes, isso torna a vida mais valorosa, não existe vitorias sem derrota, as barreiras da vida faz a gente dar valor as vitorias, viva a vida da maneira mais feliz que poder, é só querer, sorria sempre, não guarde magoas no coração, ao em vez de chorar, sorria, ao em vez de reclamar, agradeça, busque ser você sempre, e não o que as pessoas acham, viva pra você e não para o próximo, não viva a moda, faça a sua moda, faça o que te faz feliz, a vida é mais ou menos assim...

A natureza é vida...

A natureza,
eu amo a natureza, por ser uma obra de Deus, por ser tão perfeita, por ser tão bela, o verde as flores o ar, só fico triste é em ver tanta destruição, a nossa vida depende de tudo isso, por isso vamos preservar essas belezas, natureza é vida...

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Assassinato, em Teixeira de Freitas...

Assassinato, por que tanta maldade no coração de muitos? quem somos nós para achar que temos o direito de tirar a vida de aluem? uma sena dessas é triste de se ver, mas é a realidade hoje em dia, a troco de nada é tirada a vida de pessoas a maioria das vezes inocentes, é uma triste realidade...Acontecido em Teixeira de Freitas-BA...